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Investimentos
20/03/2014 10h50

 Investimentos

 

 Na Anion MacDermid os dois últimos anos não reduziram otimismo e investimentos  

 

Foram R$ 30 milhões investidos desde 2011, e que deverão atingir R$ 40 milhões ao final de 2014  

 

Em 1990 a brasileira Anion iniciou suas atividades no segmento de tratamento de superfície, tanto no setor decorativo, como técnico. Desde 1992 iniciou parceria com a inglesa Canning, que em 1998 foi comprada pela norte-americana MacDermid, empresa fundada há 92 anos. Desde 2000 toda gestão da empresa se encontra na planta industrial inaugurada em Jandira, região metropolitana de São Paulo.

Como em 2006 a Anion passou a representar a MacDermid, logo após a compra da Canning, ela também foi incorporada ao grupo norte-americano que, por sua vez, continua realizando pesados investimentos no Brasil e na América do Sul, tendo uma planta na Argentina.

Os três últimos anos marcaram esses grandes avanços no mercado nacional, sobretudo pelos investimentos que acumulam R$ 30 milhões desde 2011, e que devem atingir a R$ 40 milhões ao final de 2014, incluindo equipamentos laboratoriais, mesmo os dois últimos anos terem sido de baixo crescimento em toda América do Sul. Mas o diretor da Anion, Airi Zanini, aposta em 2015 e 2016 com otimismo moderado.

“Sobre a divisão de nossas atividades no Brasil, no segmento industrial (plating) temos 45%, a offshore está com 50%, restando 5% para flexografia (chapas de polímeros para impressão gráfica). Em plating temos 40% dedicado às aplicações decorativas e 60% em aplicações técnicas que chamamos de acabamentos de zinco-liga e outros. Na área técnica temos uma maior atuação do que na decorativa. Ainda falando nos investimentos, incluímos a compra da Tecnorevest, aplicamos capital na unidade Cambé em uma nova unidade em Londrina, ambas Paraná, esta segunda específica para offshore, assim como o warehouse que criamos em Macaé, RJ, ambas focados no fornecimento Oil & Gas. Essa expansão gerou um alívio aqui em Jandira em termos de espaço, pois estávamos no limite de nossa capacidade física, daí a razão para essas ações. Estava muito difícil trabalhar e atender bem a nossa clientela, principalmente pelo segmento offshore, cada vez maior”, concluiu.

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