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30/10/2008 10h57

Mostruário vivo

Mostruário com peças "ao vivo" é uma excelente ferramenta de marketing

Temos que convir que “o teatro é muito mais emocionante que o cinema”; “o show de nosso cantor preferido é infi nitamente mais interessante que o CD ou DVD”; “o futebol visto da arquibancada é mais vibrante que a transmissão pela TV”. Dentro desta linha de raciocínio, “o mostruário com peças ao vivo vende muito mais que mil folhetos ou escolhas aleatórias”. Todas as pessoas certamente já tiveram a oportunidade de comprar parafusos, pregos, botões, ilhoses e miudezas em geral, da qual sabe-se apenas o formato ou a utilização. O ser humano é 100% dependente da orientação dos balconistas, que nem sempre são especialistas e nos ajudam na escolha certa. Quantas vezes já foi preciso retornar a loja para trocar alguma mercadoria? A par desta carência do mercado, cada comerciante “se vira” e confecciona sem nenhuma técnica seus próprios mostruários, utilizando placas de eucatex perfuradas como base para amarrações das peças com arame ou elástico.

                            
 
Mas, devido à improvisação, os ditos mostruários não têm nenhuma estética e soltam peças. Enfim, auxiliam nas escolhas, mas denigrem a imagem da loja e dos próprios produtos. Há mais de 20 anos como “mostruarista” no ramo de parafusos e correlatos, Salvador Antônio Soares tornou-se um observador e crítico do assunto (ele produz mostruários com peças “ao vivo”) e segundo ele, devido aos custos ou falta de criatividade, ou mesmo de iniciativa dos inúmeros gerentes de marketing das indústrias e distribuidores, não existem mostruários com peças “ao vivo” nos pontos de venda de todo o País. “As poucas e raras exceções são menos de 10 mil mostruários que produzi ao longo desse período, e por incrível que pareça, continuam em uso nos balcões das lojas”, disse.
 
A primeira encomenda foi de 300 unidades, repetida várias vezes, totalizando aproximadamente 3 mil mostruários até hoje. Em 1997, após uma década produzindo mostruários convencionais (amarrações com arame, elástico ou rebites), Soares questionou-se sobre o desenvolvimento de técnicas mais modernas, descobrindo então, a “resina epoxi transparente”, como elemento de revestimento das bases e fixação das peças, obtendo a mesma resistência do araldite. Passou a produzir mostruários com apresentação impecável, esteticamente sem limites para a criatividade, inclusão de logomarcas, cores, planos de fundo, leveza, enfim, produtos únicos em todo o mercado brasileiro.
 
 
Desde então, profissionalizou-se, estudou, pesquisou técnicas de aplicação, materiais adequados para bases, acabamentos laterais, impressão em off -set em policromia, obtendo resultados dignos de primeiro mundo. Os materiais utilizados são: bases de MDF, papel impermeabilizado, resina epóxi transparente como elemento de revestimento das bases e fixação das peças, e molduras externas de alumínio anodizado fosco. Como a resina é aplicada sobre as peças, as mesmas se impermeabilizam, ganham brilho e proteção contra ferrugem, tornando os mostruários laváveis e, ao mesmo tempo, extremamente resistentes a vandalismos, já que as fixações têm a mesma resistência do araldite.
 
Com relação aos fabricantes, distribuidores e lojistas podemos citar a excelente relação de custo/benefício que o mostruário resinado proporciona, tais como: escolhas facilitadas e tecnicamente corretas pelos especificadores e consumidores finais; fixação da marca e logomarca junto aos clientes; apresentação impecável e organizada dos produtos demonstrados; alta resistência mecânica, sendo o mostruário praticamente indestrutível; excelente material para show-room, salas de treinamento, universidades, feiras e exposições e, como material de trabalho nas pastas dos vendedores externos e representantes. Enfim, há uma “novidade” no mercado que, pelos motivos acima, merece uma reflexão: vale a pena “investir” em mostruários resinados?
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