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Editorial
21/01/2014 02h19

Editorial 

 

O fracasso pode fazer o maior sucesso?


Ao definir o tema desta coluna, descobri que o físico e astrônomo Marcelo Gleiser teve publicada a mesma ideia semanas antes. Sorte dele, afinal trata-se de uma figura brilhante, não só por seu conhecimento, mas pela sua capacidade de síntese – e que me ensina muito.

A constatação do título é relativamente óbvia: ao tentar coisas novas, o resultado mais certo é o fracasso. Mas a glória está ao lado de quem tenta. O fracasso é o preço, enquanto o sucesso é a recompensa.

Philip Kotler, em seu livro maior, “Administração em Marketing”, cita que, em Nova Iorque, EUA, existe um museu de fracassos, cheio de invenções que viraram fumaça. Aliás, dentre eles, existe um cigarro que não expele fumaça. Provavelmente, o inventor pensou que iria revolucionar. O fiasco se deu porque os fumantes, dos anos 1990 pra trás, adoravam fazer e brincar com a fumaça. Sem ela, não tinha a menor graça.

Pouco se ouve falar de experiências erradas, afinal, elas não viram livros ou filmes. Isso é reservado aos acertos. Um fracasso raramente ocupará um lugar na glória, mas ele pode abrir caminhos para o sucesso.

Certa vez, Gleiser mostrou que Albert Einstein, o gênio, se frustrou muito diante de uma teoria na qual o mundo seria estático, como ocorre num móbile de quarto de bebê, ou seja, tendo o sol e seus planetas estacionados em sua órbita. Diante da constatação contrária, onde os planetas, incluindo a Terra, estão se afastando uns dos outros, originou-se a teoria do Big Bang, onde o Universo, após a grande expansão, saiu de uma fração de massa quente e densa para tudo que existe hoje, fenômeno ocorrido há cerca de 14 bilhões de anos.

Em reposta a um rótulo de insano, Einstein disse: “Louco é aquele que faz tudo sempre igual esperando obter resultados diferentes”. A resultados melhores ele se referia, obviamente.

Esse é o início de 2014, quando você pode mudar um pouco, ou muito. Não deixe o fracasso te derrotar por WO*. Tente!

*W.O.: sigla em inglês (without opponent) situação onde o adversário não comparece para competir.

Dica: não perca a biografia de Steve Jobs. Aliás, nem ele escapou do tema Fixação, como você verá nesta edição da RP.

  

 

 

 

 

 

Boa leitura!
Sérgio Milatias
milatias@revistadoparafuso.com.br

 

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