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Tecnologia: 'Organogarantia de Proteção'
28/02/2007 05h35

“Organogarantia” de Proteção
A aplicação de organometálicos é a mais atual tecnologia para tratamento de superfície de fixadores. Além da qualidade, ela tem se destacado por não agredir o meio ambiente

 
A evolução dos vários setores da indústria - auto­motivo, naval, de construção civil, petroquímico, telecomunicações... - e o aumento da concor­rência exigiram que o segmento de fixadores metálicos seguisse no mesmo ritmo. Com o passar do tempo, novas tecnologias foram criadas para tornar estes componen­tes mais resistentes, duráveis e eficientes, como é o caso dos tratamentos de superfície. O processo mais atual de tratamento superficial é a aplicação de organometálicos, substância que tem como base zinco e alumínio.
O diretor da Prosdac, João Ricardo de Picoli, afirma que esta tecnologia tem se destacado pelo fato de não agredir o meio ambiente. “A formulação dos organometálicos não contém produtos perigosos, como o cromo hexava­lente, chumbo e cádmio. Além disso, os preços pratica­dos no mercado estão muito competitivos em relação a outros tratamentos isentos de cromo hexavalente.” A Prosdac é uma das empresas especializadas na aplica­ção de organometálicos em fixadores. De acordo com Picoli, o produto ainda oferece como vantagens o fato de não causar fragilidade por hidrogênio nas peças de alta resistência, não interfere nas roscas, é resistente a altas temperaturas e eletricamente condutivo. O processo de aplicação de organometálicos incide, basicamente, em três etapas:
1ª. Limpeza: As peças passam por um desengraxe alcali­no e, em seguida, por um sistema de jateamento;
2ª. Dip-spin: Nesta etapa, os fixadores são submeti­dos a uma imersão em substância organometálica e, em seguida, a centrifugação, a fim de se controlar a espessura de camada. Este processo é realizado com equipamentos automáticos;
3ª. Cura: É o processo no qual o tratamento se funde no metal base, dando a ele a resistência esperada.
“Os fixadores que recebem este tratamento de superfície são utilizados em praticamente todos os setores, como indústria naval, petroquímico (plataformas de petróleo), energia elétrica, eletroeletrônicos, construção civil e, principalmente, na indústria automobilística”, diz Picoli. Em geral, os sistemas organometálicos para fixadores são compostos por duas camadas, uma base (basecoat) e uma cobertura orgânica pigmentada (topcoat). A primeira consiste em revestimentos inorgânicos aplicados direta­mente ao substrato metálico que necessite de alto grau de proteção com camada de baixa espessura - por exemplo, espessura de 5 a 12 mícrons com 1.000 hs de resistência ao salt-spray.
O topcoat consiste em selantes aplicados sobre o basecoat, que proporcionam altíssimo grau de proteção, além de atender aos requisitos das normas au­tomobilísticas, tais como coeficiente de atrito e cor. A Prosdac trabalha com produtos da Metal Coatings do Brasil (Geomet e Dacromet) e da Dörken do Brasil (Del­tatone e Delta Protekt KL 100) e possui uma unidade em Cabreúva (SP) e outra em São José dos Pinhais (PR). Em breve, irá inaugurar uma linha totalmente automática (com centrífuga de tombamento a 90º), ampliando sua capacidade produtiva das atuais 600 toneladas/mês para 900 toneladas/mês. A Prosdac também está implantando seu Sistema de Gestão Ambiental, com previsão para cer­tificação ISO 14001 até dezembro deste ano.
Outra empresa que atua na aplicação de organometálicos é a Revescrom, em Diadema (SP). Em 2005, fez a insta­lação de sua linha automática e utiliza produtos Dacrom­et, Geomet e Serie Plus. Também fazem parte do grupo a Barcelona Coatings e a Montman, ambas localizadas em Sorocaba (SP). A Barcelona Coatings trabalha com produtos produtos Deltatone, Zintek e Deltaprotekt. A Montman, que recebeu um forno contínuo em 2006, utiliza Deltaprotekt, Zintek e Geomet.
Produtos
A Magni Group, sediada em Detroit (Estados Unidos), é uma das maiores companhias de desenvolvimento de revestimentos destinados a uma grande variedade de apli­cações. A empresa possui uma unidade no Brasil, a Magni América do Sul, e conta com um centro de laboratórios, pesquisa e treinamento em uma área de 1.500 m2.
De acordo com a Magni, seus revestimentos são à base de água e de solvente, isentos de cromo e de metais pesados, e são desenvolvidos para resistir a testes de névoa salina e testes cíclicos de umidade, adesão, resistência química, resistência a combustíveis e outros. A maioria dos siste­mas oferecidos pela Magni é aplicado em componentes destinados à indústria automobilística, mas a empresa também dispõe de produtos para construção civil, calefação, ventilação e ar condicionado, marítimo e militar, entre outros.

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