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Entrevista: Max Dorflinger
28/02/2007 10h37

Presidente mundial da Nylok Corporation visita o Brasil e fala sobre a empresa e o cenário atual do setor

Em visita ao Brasil, o presidente da Nylok Cor­poration, Max Dorflinger, concedeu entrevista à Revista do Parafuso e comentou o desenvolvi­mento do setor de fixadores metálicos no País. A empresa, com sede nos Estados Unidos, iniciou suas atividades em 1942 e possui mais de 150 produtos patenteados, no segmento de travas e vedação de fixa­dores roscados. Atualmente, a Nylok está presente em países da Ásia, Europa e América do Sul (Argentina e Brasil), por intermédio de empresas licenciadas.
Revista do Parafuso (RP): Quais os principais bene­fícios dos sistemas de trava e vedação de fixadores roscados para a evolução da indústria em geral?
Max Dorflinger: Atualmente, a Nylok, em especial, pro­duz uma grande quantidade de produtos para diversos tipos de aplicação. Mas, de um modo geral, o objetivo destas tecnologias é melhorar a qualidade do produto fi­nal, reduzindo os custos de garantia da qualidade.
RP: Na sua opinião, como está o setor de fixadores metálicos no mundo?
Dorflinger: Não é uma pergunta fácil de responder, pois vários países estão passando por muitas mudanças. Em geral, o setor está crescendo. Há uma tendência clara de que os países mais industrializados estão buscando fixa­dores em outros países com custos mais baixos, como China, Taiwan e Índia, por exemplo.
RP: Qual a sua visão com relação ao mercado brasileiro?
Dorflinger: A tendência do mercado brasileiro é crescer, principalmente devido às novas indústrias que estão chegando gando ao País, como montadoras e empresas de teleco­municação. Este desenvolvimento também deve ocorrer em função da ampliação do setor de aviação comercial, mais especificamente da Embraer.
RP: Como está o nível de crescimento no setor de atuação da Nylok?
Dorflinger: Hoje, somos a principal empresa neste setor. Por isso, a Nylok Corporation está sempre procurando desenvolver novos produtos para solu­cionar problemas de produção. Cresce-mos muito nos últimos cinco anos.
RP: E, para os próximos cinco anos, quais são as metas de crescimento da Nylok?
Dorflinger: Nossa meta é manter a posição de líder neste segmento, em âmbito mundial, e acompanhar o desen­volvimento do mercado em países como China, Índia, Vietnã, Polônia, República Tcheca, Eslovênia e Turquia.
RP: Em que setores a Nylok atua?
Dorflinger: Atuamos em vários segmentos, como aeroespacial, tecnológico, de máquinas agrícolas e o militar, mas o principal é a indústria automobilística.
RP: Existe alguma tecnologia utiliza­da nos Estados Unidos e que ainda não foi aplicada no Brasil?
Dorflinger: Sim, existe. A Nylok Cor­poration investe muito em R&D (Research and Development ou Pesqui­sa e Desenvolvimento) e está em cons-tante aperfeiçoamento. Nos encontros internacionais, realizados duas vezes por ano, são discutidas as novas tecnologias com todos os nossos licenciados, para que sejam coloca­das em prática nos outros países onde a Nylok está presente.
RP: Há alguma novidade para o mercado brasileiro?
Dorflinger: Certamente. Mas vamos divulgar no mo­mento oportuno.


 

 

 

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