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Entrevista
06/11/2021 07h21

Entrevista

Enéas Henrique, diretor comercial da New-Fix

Há mais de vinte dois anos adolescentes iniciavam uma jornada de adultos

Há mais de duas décadas atrás uma dupla de adolescentes começava a rascunhar a história da New-Fix, indústria parafusos, rebites e itens similares para fixação.

Atualmente, ela é uma das mais importantes empresas do setor no país, capacitada para produzir 2,8 mil toneladas e com 540 colaboradores diretos.

Tristemente, 2020 levou muito de nós e muitos de nós. E isso protelou esta matéria comemorativa para a segunda metade de 2021, um ano ainda muito difícil. Dessa forma, destacamos nesta edição os 21 anos dessa empresa presidida por Michael Kleber, tendo na linha de frente Enéas Henrique, diretor comercial, que nos recebeu para esta entrevista.

Boa leitura!

Quando e onde começaram? A ideia era fabricar, ou não?

A New-Fix iniciou suas atividades no ano de 2000. Mas foi na década de 1990 que nós trabalhávamos na expedição de uma revenda de parafusos, ferragens e ferramentas. Foi nosso primeiro contato com o ramo. Em 1990, migramos dessa loja para atuar entre um grupo de colaboradores em um distribuidor de rebites de repuxo. Quatro anos mais tarde, Michael Lopes, nosso presidente, fundou com um sócio sua primeira empresa, uma revenda especializada em rebites, fixadores em geral.

Em 2002, surgiu uma oportunidade para adquirir uma pequena indústria de rebites de repuxo, chamada Neofix, cuja fundação data o ano de 2000. Assim, com o contrato social alterado, inauguramos os primórdios da New-Fix.

Mais tarde, já com considerável repertório de mercado, Michael decide desfazer-se da revenda, focando-se exclusivamente no processo produtivo e de crescimento da New-Fix. A partir daí, muitos investimentos e outras aquisições foram realizados, tornando-a uma empresa sólida e de renome nacional.

Se arrependem de não terem começado antes, ou não era possível?

Em verdade, não. Acredito que tanto eu, que tinha 17 anos quando conheci o Michael, com 16, éramos muito jovens. Nesse sentido, posso dizer que o início da empresa ocorreu em hora certeira.

Onde estariam se não tivessem escolhido este segmento?

Reza a lenda que "o parafuso corre nas veias". Sem dúvida, todas as nossas atividades hoje são impulsionadas pela paixão nesse negócio. Por isso mesmo, pensar em uma outra possibilidade de segmento é um desafio.

Qual foi o momento mais difícil, e perigoso, nesses 20 anos?

Todos sabem que nesses últimos 20 anos o país passou por diversas crises. Não obstante, foi através de muito trabalho e dedicação que essas mesmas situações acabaram por se transformar, também, em cenários de amplo crescimento para a New-Fix.

O crescimento da New-Fix sempre foi natural e sustentável e, felizmente, foi surpreendente. 

Entrar em outros segmentos como o automotivo, diversificar produtos, expandir a carteira de clientes nas linhas onde vocês já têm know-how. Fale sobre o futuro. 

O crescimento da New-Fix sempre foi natural e sustentável e, felizmente, foi surpreendente. Esses pequenos avanços, certamente, são obviamente consequência de bons trabalhos. Como gestor, o Michael sempre foi estritamente capaz de enxergar as minúcias de uma oportunidade. Assim, investimentos, melhorias e ações em inovação foram respostas a determinadas demandas próprias do mercado.

Desejamos continuar em crescimento através de investimentos maciços, mas nos mercados em que atuamos. Aumentar o parque fabril, por exemplo, já está no radar. Devo dizer que vêm por aí novidades.

Somado a isso, é essencial que nossos compromissos continuem sendo firmados com responsabilidade e ética para que, dessa maneira, ofertemos sempre uma boa experiência de compra.

E o comércio exterior, pelo menos na América do Sul? Como se divide o business New-Fix entre rebites x parafusos e demais?

Cerca de 50% da nossa produção destina-se aos revendedoras, 15% se destinam aos atacadistas e distribuidores, 25% vão para indústrias, na qual 20% correspondem às fabricantes moveleiras. O restante se divide no setor de construção civil.

Os revendedores, distribuidores e atacadistas continuam sendo nossos mais importantes aliados. Portanto, privilegiar o vasto mercado brasileiro sempre será nosso maior objetivo.

Por ora, estamos avaliando o mercado exterior, algo que, em passos cautelosos, deve começar no segundo semestre de 2022.

Quanto a participação das linhas em nosso faturamento, parafusos, porcas e arruelas correspondem a 65% do total, 25% provém de rebites e 10% da linha de pregos. 

A diretoria New-Fix é uma das mais jovem do mercado de fixadores no B

Nosso universo é composto de empresas familiares. Fale sobre a sucessão? A empresa continua funcionando sem vocês?

A diretoria New-Fix é uma das mais jovem do mercado de fixadores no Brasil. Longe de nos aposentarmos, essa questão ainda não é motivo de preocupação. Mas  já temos sucessores em início de trajetória, desenvolvendo conhecimentos gerais da empresa e tudo que a cerca. Além disso, nossos líderes são todos de longa trajetória dentro da empresa e desfrutam de certa autonomia em seus respectivos setores.

Michael Kleber (presidente) e Enéas Henrique 
 
Enéas Henrique
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