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Itália news
04/05/2017 05h04

Itália News

 

Otimismo e cautela marcaram a Fastener Fair Stuttgart

 


Paolo Dell'Era (Dell'Era Ermano e Figlio)                                                                   Stefano Bronzini (Arser)


Gianbattista Calabria ( Inox Viti)                                                                                Laura Missagli (Scob Srl)

“Não restam dúvidas de que a feira de Stuttgart é o mais importante evento do setor de fixadores na Europa”, disse o diretor da indústria de fixadores Dell’Era Ermanno e Figlio srl (da cidade de Valmadrera), Paolo Dell’Era. O evento – compartilhado por fabricantes de parafusos e similares, distribuidores, fornecedores e empresas consumidoras de todos os setores – contou com 894 empresas expositoras em três pavilhões que totalizaram 20.800 m² de área, onde circularam mais 11 mil visitantes provenientes de 91 países, com destaque para as europeias Alemanha, Espanha, França, Grã-Bretanha, Holanda, Itália e Polônia. Pela Ásia o domínio foi da China, Coréia do Sul, Índia, Taiwan e Turquia. 

Eventos como estes demandam muitos esforços e investimentos dos expositores, o que nos leva a perguntar se isso é compensatório em plena era da tecnologia da informação. Sendo assim, colocamos esta questão para alguns expositores, recebendo respostas variadas como destes fabricantes de fixadores a seguir. “Ainda considero válidas”, ressaltou Stefano Bronzini, diretor de vendas da Arser Srl (Bolonha). “O contato pessoal é necessário, senão teríamos apenas que distribuir catálogos e restabelecer o valor de cada marca”, concluiu. Já Gianbattista Calabria, diretor de vendas da Inox Viti Snc (Grumello del Monte), também encara feiras como um meio eficaz de contatos com a clientela. Alguns expositores questionam se ainda vale a pena. “Como Stuttgart, especialmente, tornou-se uma feira muito grande, alguns visitantes dizem que ela já não é uma feira assim tão prática. Para nós, no entanto, ela ainda é um excelente meio para conhecer nossos clientes”, declarou Laura Missaglia, diretora da Scob Srl (Lissone).

“Ainda consideramos este evento muito importante, que gera bons contatos com clientes e com demais agentes do nosso mercado. O poder de uma feira está em unir fisicamente um grande número de players do mercado, enquanto o digital é poderoso, mas é um impessoal meio de comunicação”, comentou Stéphanie Dupuis, gerente de relações externas e assuntos jurídicos da NOF Metal Coatings Europe AS, empresa do setor de tratamento de superfície.

“Antigamente, distribuíamos papeis como meio de informação, algo feito hoje por meios digitais. Por sua vez, as feiras somam o contato humano com o digital”, comentou Marco Pizzi, diretor de vendas da fabricante de máquinas Carlo Salvi S.p.A.

Em suma, a maioria está convencida de que feiras ainda são válidas, sobretudo para o contato direto e humano. Em apenas três dias do evento muitos contatos foram feitos num só lugar, algo que fora dali, individualmente, demanda muito mais tempo e dinheiro.

 


Mário Caracciolo e Stéphanie Dupuis (NOF)                                                               Marco Pizzi(Carlo Salvi)


Raoul Bontempi (Bontempi)                                                                                  Manoele Avanzolini (Rivit)

Outro ponto que marcou o evento foram os 15 seminários, muito procurados pelos visitantes. O primeiro dia foi dedicado aos fabricantes de máquinas que produzem fixadores, iniciado com a palestra de Enrico Brigatti, gerente de vendas do Grupo Sacma (Itália), seguido por Jerry Bupp, vice-presidente de vendas e marketing da National Machinery (EUA), Christian Bürgin, membro do Conselho de Administração da em Carlo Salvi (Itália) e Manuel Vogelsang, da Wafios (Alemanha). O tema Tratamento de Superfície marcou o último, tendo Dennis Stritter, diretor da Atotech (Alemanha) e Eduard Rybka, gerente de vendas da unidade europeia da Magni Group, com o seminário sendo encerrado por Guus Vermeulen, diretor de desenvolvimento de negócios na Europa da Greenkote Plc (EUA).

Um misto de incertezas econômicas esteve no ar da feira, sob o nome Brexit/Trump, mas havia também otimismo. Segundo Raoul Bontempi, diretor da Bontempi Vibo SpA (Rodengo-Saiano), fabricante de fixadores, “o primeiro trimestre de 2017 foi bom graças a um reaquecimento do setor automotivo”. “O aumento de custo na matéria-prima também fez com que atacadistas, em particular, integrassem os seus armazéns, aumentando a procura de produtos”, avaliou Manuele Avanzolini, diretor da Rivit Srl (Bolonha), uma indústria de rebites muito competitiva que fabrica para cinquenta países e, mais recentemente, ao Marrocos.

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