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Case: Associação entre a Quinteiro e a HardItalia
30/08/2007 02h57

Quinteiro e Harditalia se associam para produzir metal duro de alta qualidade

Após 16 anos de atuação no mercado brasileiro, oito dos quais dedicados à revenda de produtos da Harditalia, a Quinteiro e Santos começou a trilhar um novo caminho. De acordo com Horácio Quinteiro Junior, diretor da empresa, uma associação entre a Quinteiro e a Harditalia – empresa do grupo OMCD – deu origem a uma nova fabricante de metal duro no país, a Hardy Metalúrgica. “O volume de negócios e o interesse no mercado brasileiro levaram o grupo a implantar esta nova empresa”, comenta. Ainda em fase de implantação, com operações iniciadas em fevereiro deste ano, a Hardy produz metal duro desde a preparação e mistura do pó, prensagem, pré-sinterização e sinterização. “Estamos voltados à fabricação de buchas que são utilizadas na produção das matrizes para estampagem de parafusos”, explica Quinteiro.
Investimento e aumento na produção
A empresa tem hoje capacidade produtiva de 400 kg/mês, mas está investindo para aumentar tanto a produção como as linhas de buchas. Atualmente fabrica buchas de 41 mm de diâmetro por 100 mm de comprimento, mas em pouco tempo passará a produzir buchas de 41 a 80 mm de diâmetro com comprimento de 150 mm. “Até dezembro nossa capacidade produtiva chegará a 1.200 kg/mês e chegaremos a 4.000 kg/mês no fi nal de 2008”, explica Quinteiro. “Estamos fazendo um investimento muito grande em equipamentos e em tecnologia, que deve atingir cerca de R$ 9 milhões”, complementa.
Custo-benefício
Para se destacarem no mercado hoje, as pequenas empresas têm que fazer alguma coisa inovadora, investindo em características como qualidade, rendimento, conformidade de bucha, etc. De acordo com Quinteiro, a presença da Hardy é mais intensa em empresas que agregam valor ao produto, indústrias de alta tecnologia. “Mas, estamos desenvolvendo um trabalho de conscientização sobre a importância da qualidade do material junto aos pequenos fabricantes”, diz. “O parafuseiro começou a se conscientizar do custo-benefício da ferramenta e percebeu que, se no início o nosso produto custava um pouco mais, no final do processo, levando em consideração o número de peças produzidas e a maior durabilidade da ferramenta, proporciona um rendimento três vezes maior”, acrescenta Quinteiro.
Ele conta que há casos de fábricas de parafusos que estão exigindo que a matéria-prima utilizada pelos seus fornecedores de matrizes seja o metal duro fornecido pela Hardy, pelo rendimento que proporcionou à produção deles. Vale ressaltar que as matrizes e ferramentas feitas com o produto Hardy vão acompanhadas de um certificado de qualidade e procedência. “Um dos grandes diferenciais é que nossas peças vêm com muito pouco sobremetal (de 0,3 a 0,6 mm). Além disso, nosso processo é diferenciado, as peças são uniformes, permitindo que o cliente comece a ganhar já na fabricação da matriz.
Qualidade e atendimento diferenciado
A qualidade dos produtos é garantida por altos investimentos em recursos humanos e equipamentos de última geração, melhoria contínua do processo de fabricação e análise metalográfica e laboratorial criteriosa, com know-how italiano, além do diferencial comercial que, segundo a empresa, é buscar saber exatamente as necessidades e requisitos dos clientes e trabalhar exaustivamente para atendê-los.
Oferecemos atendimento personalizado a cada cliente (análise de material laboratorial, rastreabilidade, etc.) independente da quantidade de peças que ele compra. Produzimos o número de peças que ele necessita. Vale lembrar que a Hardy produz buchas para a estampagem nas classes G30, G40, G50 e G60, abrangendo diâmetro interno a partir de 1 mm, diâmetro externo entre 10 mm e 41mm e altura de até 80mm.
Com a segunda fase do projeto de implantação da empresa para meados de 2008, haverá uma expansão na produção para atender outros segmentos, nacionalizando a fabricação das peças denominadas especiais (blocos), que hoje são importadas da Itália. “O mercado ganha muito com a fábrica brasileira, tanto em prazo de entrega – de seis para duas semanas - quanto em custo, com redução de 20% se comparado com o produto importado”, finaliza Quinteiro.
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