Emergentes e as cadeias globais de fixadores
O Sudeste Asiático, Sul da Ásia, Ásia Central, América Latina, Oriente Médio e África são mercados emergentes cada vez mais vitais para a indústria global de fixadores (código HS 7318). Impulsionadas por crescimento robusto e investimentos públicos em infraestrutura, na indústria automotiva, energias renováveis e outros, essas nações têm fornecido fixadores competitivos e geram demandas massivas. Embora China e Taiwan dominem o globo, Índia, Vietnã, México, Brasil, Tailândia, Malásia e Turquia avançam, com elevação em exportação e importação em mercados-chave como EUA, Canadá, União Europeia, Japão e Taiwan.
Nos EUA, as importações da Índia (8º posto, US$ 189 milhões (mi) de janeiro a agosto 2025, +24,73% frente a 2024) e do México (9º, US$ 129 mi, +4,61%), rivalizam com Coreia do Sul e Itália. Exportações favorecem o México (1º, US$ 1,285 bilhão, -5,77%), com o Brasil (7º, US$ 106 mi, +20,02%) e Singapura (10º), com queda de 15,17%.
Importações do Canadá tem forte crescimento, destacando Vietnã (7º, US$ 28,5 mi, +22,81%) e Índia (8º, US$ 25 mi, +13,71%). Exportações ao México caíram bem (-22,41%, para US$ 13,61 mi), enquanto cresce, as de Singapura (+15,43%), Austrália (+58,19%) e Brasil (+11,02%).
A União Europeia (UE) depende da Turquia (3º, 335,8 mil toneladas (t) em 2024, -4,31%), do Vietnã (+3,28%. para 107,3 mil t), da Índia (-22,55%, 88 mil t), da Tailândia (-15,26%, 60 mil t) e Malásia (+1,25%, 24 mil t). As exportações almejam o México (4º, 40 mil t, -6,86%), a Turquia (39 mil t, -3,27%), o Brasil (+15,04%, 31,4 mil t), a Índia (-1,32%, 20,3 mil t) e Marrocos (+9,64%, 18,1 mil t).
O Japão importa do Vietnã (12,4 mil t, -3,20%), Tailândia (+14,03%, 3,5 mil t), Malásia (-1,81%, 1,25 mil t) e Índia (+92,42%). As exportações vão para Tailândia (+1,07%, 27,7 mil t), Indonésia (-10,23%, 14,9 mil t), Índia (-2,79%, 14,5 mil t), México (-11,50%, 13,8 mil t), Brasil (+6,11%, 9,13 mil t), Malásia (-3,73%, 5,86 mil t) e Turquia (-18,29%, 4,05 mil t).
Taiwan, país focado na exportação, importa do Vietnã (3º, com 969 t, -32,67%), Filipinas (-15,58%, para 436 t), Malásia (-19,37%, 307 t) e Tailândia (-49,34%). Seu único destino de exportação nos Top 10 dos emergentes, o México, teve queda de 9,25%, para 25,4 mil t.