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Persona
18/03/2017 10h35

Persona

 

Entrar em forma é simples, mas não é fácil

 

Diante do cenário em que nos encontramos – quer sejamos empreendedores, colaboradores ou gestores em entidades privadas, públicas ou do terceiro setor – cabe questionar sobre o que estamos fazendo para termos um futuro melhor. Como estamos nos preparando e formando as próximas gerações?

Este texto é uma reflexão sobre entrar em forma para melhor enfrentar os desafios por meio da excelência na formação profissional, especificamente a que se destina ao setor industrial.

A redução na atividade econômica, também chamada de crise, se espalhou por todo o país com reflexos em praticamente todos os segmentos da cadeia produtiva de bens e serviços, arrastando ao desemprego milhões de trabalhadores, resultando em drásticas reduções no retorno dos investimentos aos empresários e queda na arrecadação para os governos.

Dentre os raros efeitos positivos da crise está o fato dela levar o empresariado a se debruçar sobre os custos de suas atividades, procurando assim descobrir e eliminar excessos e buscar incessantemente mais eficiência nos processos que, no final, “queimam gorduras e reforçam musculaturas”, algo quase inexistente nos momentos de opulência econômica, onde sorrateiramente “a obesidade se instala”.

Em maior sintonia com a academia, entenda-se o ensino, as faculdades de tecnologia certamente são uma das principais trilhas para melhorar e atender as necessidades do empresariado. Sendo assim, cabe informar a quem pouco ou nada conhece sobre as unidades de ensino Fatecs. A Facul dade de Tecnologia, Fatec, que nas décadas de 1970 e 1980 era tratada como “patinho feio do ensino superior”, definitivamente encontrou seu caminho e sua vocação na formação dos jovens em nosso país.

Este modelo de ensino técnico de nível superior não foi uma invenção brasileira. Podemos citar exemplos do hemisfério norte, como os Colleges dos Estados Unidos e as Fachhoheschulen, na Alemanha. Tal modelo de ensino coexiste com as universidades clássicas e seus cursos de longa duração, formando profissionais nas três áreas do conhecimento: exatas, humanas e biomédicas, suprindo assim o mercado de ensino em pesquisa e prestação de serviços. Algumas características desses cursos estão na curta duração, geralmente de três anos, sua agilidade nas respostas às necessidades do mercado com pesquisa aplicada e facilidade de implantação, além da criação de outros cursos que atendam demandas especificamente regionais. Tais aspectos tornam as Fatecs o mais apropriado modelo para o mercado atual e do futuro, onde reduzir os excessos não é um mero capricho, e sim de uma necessidade vital.  

Ivar Benazzi Júnior
Empresário e professor, leciona na Fatec Sorocaba - SP, é diretor da Rivex Comercial e Importadora Ltda., atuando há maisde 30 anos no mercado de elementos de fixação, bem como nadocência do ensino superior.
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