Empresa Edições on-line Fale Conosco
Edição 60
Busca::..
Edição 83
Edição 82
Edição 81
Edição 80
Edição 79
Edição 78
Edição 77
Edição 76
Edição 75
Edição 74
Edição 73
Edição 72
Edição 71
Edição 70
Edição 69
Edição 68
Edição 67
Edição 66
Edição 65
Edição 64
Edição 63
Edição 62
Edição 61
Edição 60
Edição 59
Edição 58
Edição 57
Edição 56
Edição 55
Edição 54
Edição 53
Edição 52
Edição 51
Edição 50
Edição 49
Edição 48
Edição 47
Edição 46
Edição 45
Edição 44
Edição 43
Edição 42
Edição 41
Edição 40
Edição 39
Edição 38
Edição 37
Edição 36
Edição 35
Edição 34
Edição 33
Edição 32
Edição 31
Edição 30
Edição 29
Edição 28
Edição 27
Edição 26
Edição 25
Edição 24
Edição 23
Ediçao 22
Edição 21
Edição 20
Edição 19
Edição 18
Edição 17
Edição 16
Edição 15
Edição 14
Edição 13
Edição 12
Edição 11
Edição 10
Edição 09
Edição 08
Edição 07
Edição 06
Edição 05
Edição 04
Edição 03
Edição 02
Edição 01
empresa
contato
Europa news
27/11/2016 09h29

 Europa News

 

 

Bossard: vendas crescem 2,1% no H1 de 2016

Um dos líderes internacionais em tecnologia de fixação, o Bossard Group possui mais de dois mil funcionários distribuídos em 70 postos entre as Américas, Ásia-Pacífico e Europa. O Grupo manteve-se em crescimento no primeiro semestre (H1) de 2016, elevando a rentabilidade, conforme seu relatório semestral, que indicou faturamento de 343,6 milhões de francos suíços (CHF), 2,1% de aumento em relação ao mesmo período de 2015.
 
Os melhores números vieram no segundo trimestre (Q2) com 3,3% e apenas 0,9% no primeiro (Q1). Os negócios na Europa foram mais expressivos, com elevação de 4,4%, CHF 207,7 milhões (2,3% em moeda local*), sendo 6,3% (3,4%*) no Q2. Esses resultados vieram da Alemanha, Dinamarca e França, mercados chave da Cia, além da Suíça. 
 
Contrastando, as vendas americanas caíram 0,9%, CHF 86,4 milhões (queda de 4.5%*) muito por causa da redução de um grande cliente do setor de tecnologia para agricultura, mas isso foi aliviado pela demanda do setor de veículos elétricos em EUA. Já na Ásia as demandas foram desiguais, impactada pela queda na China, no H1 deste ano, mas com bons números vindos da Índia, Singapura e Taiwan. O crescimento foi de 1,6% (*), mas na troca de moedas houve queda de 1,4%, totalizando CHF 49,5 milhões. 
 
O resultado operacional do Grupo - pelo Ebtida (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) - se elevou desproporcionalmente em 4,3%, CHF 39,4 milhões durante o H1. A margem operacional impulsionou em 11,5% comparado aos 11,2% de 2015, embora afetada pela depreciação da moeda suíça. O lucro líquido no H1 foi de CHF 31,3 milhões, 5,6% maior que os CHF 29, 6 milhões de 2015. 
 
O presidente do conselho de administração, Dr. Thomas Schmuckli, e o CEO David Dean comentaram que há um otimismo cauteloso para o H2, baseado nos resultados do Q2, incluindo a boa perspectiva vinda do setor de carros elétricos em EUA. Segundo eles, esta perspectiva pressupõe que as condições macroeconômicas estão relativamente estáveis. 
 
Bulten conquista novo contrato automotivo na Rússia 
 
Fundada em 1873, com matriz em Gotemburgo, Suécia, a Bulten é uma das principais fornecedoras de fixadores para a indústria automotiva global, operando com cerca de 1,2 mil funcionários em nove países. Por meio de sua joint venture na Rússia, assinou outro contrato para fornecer fixadores para uma grande montadora local. O valor médio anual será de €700 mil euros, com o início das entregas no segundo trimestre de 2017, ampliando-se durante 2018, com as entregas relacionadas à vida útil de 5 a 10 anos dos carros. “Este acordo se traduz em um significativo avanço no mercado russo, o que nos reforça ainda mais nossa posição de fixadores de alta qualidade. Enxergamos boas oportunidades para crescer e elevar nosso market share” declarou Tommy Andersson, presidente e CEO da Bulten. 

Antidumping contra fixadores chineses na África do Sul 
 
Em Janeiro deste ano, a Safma, associação sul-africana das indústrias de fixadores, recusou-se a apresentar elementos para re-exame de caducidade de medidas antidumping contra esses fixadores importados da China, em vigor desde 1999 e prorrogado para 2004/5 e novamente em 2010/11. Segundo Rob Pietersma, presidente da Safma, as medidas de 1999 incluíam isenções que tornaram ineficaz a prevenção contra prejuízos dos fabricantes locais. Ocorre que quatro fabricantes chineses estavam isentos em 73% da classificação antidumping. Segundo a SAFMA, essa isenção abriu brechas para níveis mais elevados de importações. As antigas medidas de 1999 foram encerradas em 5 de Agosto de 2016, abrindo caminho para Safma solicitar imposição de novas medidas.

COMPARTILHE
CONTEÚDO DA EDIÇÃO

TAGS:
revistadoparafuso@revistadoparafuso.com