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30/06/2009 10h24

Brasil Offshore gera negócios para mais um ano

Expectativa de negócios gerados na Brasil Offshore para os próximos 12 meses é de R$ 97 milhões. Cada vez mais consolidada, a feira entra para o calendário internacional da indústria do petróleo e do gás  

 

 

A 5ª edição da Brasil Off shore – Feira e Conferência Internacional da Indústria de Petróleo e Gás – aconteceu entre os dias 15 a 19 de junho, na cidade de Macaé, RJ, e atraiu 49.224 visitantes. Organizado pela Reed Exhibitions Alcantara Machado, o evento reuniu mais de 570 expositores, sendo 138 vindos de outros países: China, França, Reino Unido, Holanda, Estados Unidos e Alemanha. “Tivemos uma visitação muito qualificada. Esta foi a maior edição que já realizamos e esperamos crescer ainda mais. Se este ano, com a crise, aumentamos em 18% o número de expositores, temos boas perspectivas para 2011”, declarou Eric Henderson, diretor da Brasil Off shore. Aproximadamente 35% das empresas expositoras deste ano já renovaram participação para a próxima edição em 2011, que acontece de 14 a 17 de junho. Macaé sedia a feira desde a estreia. “Este ano, a Brasil Off shore consolidou Macaé como a capital nacional do petróleo e pólo internacional de atração de indústrias do setor. Toda a rede de serviços da cidade foi movimentada durante os quatro dias do evento e os negócios gerados contribuem para aquecer a economia do município”, declarou Riverton Mussi, prefeito de Macaé. Paralelamente, no dia 18, foi lançado o Fórum Permanente de Desenvolvimento Sustentável da Região da Bacia de Campos. Trata-se de um projeto do Instituto Vida Sustentável, que tem o objetivo de reunir governos, empresas e a sociedade civil para uma ampla discussão sobre projetos e políticas públicas que promovam a sustentabilidade ambiental, social e econômica dos 13 municípios que compõem a região da Bacia de Campos. O Centro de Triagem de Resíduos Sólidos do Espaço S.A., atendeu às expectativas, realizando a separação de todos os materiais recicláveis descartados nas diversas áreas da Brasil Off shore. Plásticos, latas, papelão, madeira e outros materiais foram recolhidos, separados e prensados para encaminhamento a centros de reciclagem e cooperativas da região. Somente durante o período de montagem, enviou-se para reciclagem mais de 20 toneladas de madeira. Durante os três primeiros dias foram recolhidas mais de 4 toneladas de lixo reciclável.



 

 

 

A reportagem da Revista do Parafuso prestigiou o evento e encontrou a empresa Hytorc – voltada para área de tecnologia de aperto –, que participa deste evento desde 2001. Segundo Jason Junkers, responsável pela área de marketing nos EUA, o principal objetivo da marca é fazer do torqueamento, o quanto possível, algo fácil e seguro. “Aqui estamos apresentando ferramentas pneumáticas e hidráulicas para aperto, onde o operador chega ao torque final através de um simples acionamento de um botão”, contou. A Hytorc dispõe de filiais em todos os continentes, com representantes nos principais mercados globais. Quando um cliente telefona para o call center nos EUA, a ligação é redirecionada para o representante adequado em inúmeras partes do mundo. A empresa promete novidades em torqueadeiras para os próximos meses.




 

 

A Gedore – fabricante de ferramentas manuais do Brasil – também não perdeu a oportunidade e apresentou na área de torque médio e alto, as torqueadeiras automáticas com controle eletrônico. Estes equipamentos permitem ao operador o controle do torque no momento da aplicação, alcançando 2% de exatidão. Em breve a empresa lançará máquinas de torque com alimentação elétrica e bateria.  Segundo Elias Alonso (foto), a empresa é atuante em todos os segmentos onde haja aperto de parafusos, sendo participante desde a primeira edição da Brasil Off Shore.
 

 

 

 

 

 

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