Empresa Edições on-line Fale Conosco
Edição 58
Busca::..
Edição 88
Edição 87
Edição 86
Edição 85
Edição 84
Edição 83
Edição 82
Edição 81
Edição 80
Edição 79
Edição 78
Edição 77
Edição 76
Edição 75
Edição 74
Edição 73
Edição 72
Edição 71
Edição 70
Edição 69
Edição 68
Edição 67
Edição 66
Edição 65
Edição 64
Edição 63
Edição 62
Edição 61
Edição 60
Edição 59
Edição 58
Edição 57
Edição 56
Edição 55
Edição 54
Edição 53
Edição 52
Edição 51
Edição 50
Edição 49
Edição 48
Edição 47
Edição 46
Edição 45
Edição 44
Edição 43
Edição 42
Edição 41
Edição 40
Edição 39
Edição 38
Edição 37
Edição 36
Edição 35
Edição 34
Edição 33
Edição 32
Edição 31
Edição 30
Edição 29
Edição 28
Edição 27
Edição 26
Edição 25
Edição 24
Edição 23
Ediçao 22
Edição 21
Edição 20
Edição 19
Edição 18
Edição 17
Edição 16
Edição 15
Edição 14
Edição 13
Edição 12
Edição 11
Edição 10
Edição 09
Edição 08
Edição 07
Edição 06
Edição 05
Edição 04
Edição 03
Edição 02
Edição 01
empresa
contato
Eventos - Feira da Mecânica
29/07/2016 03h07

   Eventos

 

Feira Internacional Mecânica 2016

 

Iniciado há mais de 15 anos, o século XXI continua à espera do pavilhão do Anhembi, sede desta e de outras feiras de negócios, mas que possui infraestrutura que nos remete ao tempo em que a língua dominante no Brasil era o tupi-guarani  

 

Segundo o Dicionário Informal, no dialeto indígena Anhembí significa rio dos Nambús, que é um tipo de ave amazonense. O grande pavilhão paulistano de feiras e também sede do Sambódromo, o Anhembi situa-se às margens de um rio, o Tietê, daí a provável raiz do nome. Passar carão diante dos estrangeiros é o “esporte” em que estamos na ponta, como ocorreu na última edição da feira Mecânica, em maio último, onde máquinas caríssimas dos expositores passaram por verdadeiros testes de fogo, ou melhor, de água, dadas às enormes goteiras em diversos pontos, encharcando-nos também de vergonha. Mas isso não quer dizer que a feira não trouxe relevantes resultados, pois visitamos estandes em que conversar com seus diretores estava difícil, dado a intensa visitação, caso da Schuster, fabricante de prensas para conformação de fixadores. Se eles venderam muito não sabemos, mas o estande tinha movimentações e reuniões em ritmo frenético.

A Organizadora, Reed Exhibitions Alcântara Machado, pode até não ser responsabilizada, já que o imóvel e a gestão não é dela, e sim da prefeitura local. Mas, exemplificando, quem aluga um buffet para uma festa de casamento não pode ser responsabilizado pelas goteiras, mas uma boa vistoria é essencial para que a união não vá parar na Justiça.

Boa leitura e até a edição 2018 da feira, sabe-se lá onde...  

 

                             Naschold

Empresa 100% nacional, ISO/TS 16949 e fornecedora automotiva, a Naschold fabrica elementos para fixação mecânica em processo de forjamento a frio. São diversas linhas feitas de aço de baixo a alto carbono, inox e não ferrosos. Destacam- se parafusos, rebites, pinos, roletes cônicos para rolamentos, bem como roletes paralelos. De acordo com os engenheiros mecânicos Ricardo (pai) e Rolando Naschold, diretores, além do foco estar sobre clientes que buscam itens de configurações complexas, a Naschold está em processo contínuo para atingir fornecimento com nível de defeito zero, o “PPM-0”, com investimentos que incluem instrumentos de precisão, máquinas de escolha e, principalmente, treinamento dos colaboradores. Outra novidade são roletes, forjados em aço temperado, que operam com tolerâncias na casa dos milésimos, condição resultante dos recentes investimentos, incluindo torres de medição de diâmetros. “Caso raro, mas temos um item que é exportado para, ninguém mais, ninguém menos, que a China, e isso está se ampliando devido aos processos de nacionalização em andamento nas indústrias em geral. Finalmente, voltamos a ser competitivos”, concluiu Rolando.    

 

                                                                                   Knuth

 

Fabricante alemã de máquinas para produção industrial há mais de 90 anos, a Knuth Machine Tools atua no Brasil através de sua filial, sediada em Vinhedo, SP. São linhas totalmente Made in Germany, sendo que cabe a unidade comandada por Carlos Lima, CEO no Brasil, o trabalho de vendas e pós-vendas. Não é novidade fabricantes de fixadores usarem centros de usinagem, valendo destacar a Linealunga 26D, um torno CNC, tipo suíço, com cabeçote móvel e contrafuso, incluindo ferramentas de tornear, perfurar e acionadas processos completos de usinagem. Trata-se de uma linha com capacidade para produzir itens especiais como parafusos ortopédicos devido às demandas de altíssima precisão.  

 

 

                              Fiofort

 

Fabricante de arruelas lisas, planas, circulares e quadradas, molas pratos, calços, diversas peças estampadas, a Fiofort foi a única do segmento presente na feira. Seus itens são feitos em aços de baixo, médio e alto carbono, além de inox, cobre, latão, bronze, alumínio, acrílico, celeron, micanite, chumbo, nylon, polietileno. De acordo com a gerente comercial Cíntia Sallas, a atuação Fiofort é mais intensa nos setores automotivo, agrícola e elétrico. “Não somos uma fornecedora direta das grandes montadoras e suas autopeças, mas nossa presença se dá de forma indireta por meio de alguns dos nossos clientes” comentou Sallas, informado ainda que neste ano a empresa está expandindo a atuação com novos representantes nas regiões como Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina.  

 

 

 

                                                                                                                             Spirol

Surgida em 1945 em Ohio, EUA, sob o nome “U.S. Gasket and Shim Corporation”, a Spirol é uma grande fabricante de fixadores metálicos destinados para setores muito citados como o aeroespacial, agricultura, automotivo (peças e montagens), máquinas leves a pesadas, eletroeletrônicos e outros menos citados como farmaceuticos, cosméticos, lâmpadas, equipamentos de defesa (militares). Ao redor do globo, Spirol possui quinze plantas industriais entre 13 países. De acordo com Alyson Schvarcz, esta foi a primeira participação na Mecânica, já que a empresa apostava mais na feira Fastener Fair Brasil, por sua segmentação exclusiva em fasteners.  

 

 

                       Rösler Otec do Brasil

A expositora é uma joint venture formada a partir da Rösler Oberfl ächentechnik GmbH, empresa global de grandes máquinas e sistemas para tratamento de superfície em se tratando de jateamento e vibroacabamento aplicados em produções de grandes volumes. Já a Otec Präzisionsfinish GmbH está voltada para polimento, de acordo com Frederico Drago, diretor. “No caso da Rösler, suas atividades nascem na rebarbação, e a Otec no polimento, sendo que as duas se encontram no meio, o que gerou essa joint venture no Brasil, criada para divulgação e realização de testes, desenvolvendo as linhas de produtos de ambas”, comentou Drago.

Especialmente no setor da fixação, muitos fabricantes são potenciais clientes, especialmente porque muitos ainda utilizam sistemas que geram muitos resíduos oleosos, demandando uso de serragem para inibi-los. “Nossas máquinas, além de eliminar isso, pode gerar reutilização de resíduos diminuindo drasticamente o impacto ambiental. Podemos gerar para eles maiores níveis de automação, redução do impacto humano, elevação da qualidade e produtividade”, concluiu o executivo comercial Daniel Masques.

 

                                                                              Hytorc

O projetista mecânico Mauro Lopes é o responsável pelas operações no estado de São Paulo no fornecimento de equipamentos para torque controlado. Segundo Lopes, a empresa busca estabelecer uma nova cultura de torque no Brasil, algo ainda ausente. As linhas Hytorc se dividem entre apertadeiras elétricas, hidráulicas, pneumáticas e a bateria. São fixações de grande porte, feitos a partir de 100 até 200 mil N m (Newton-metro) de torque. Lopes cita que esta faixa poderia ocorrer com uma porca de 7” (polegadas) de diâmetro, medida de fixador usado em grandes máquinas mineradoras ou plataformas de extração de petróleo. Ele citou um exemplo de remoção de uma porca com um pouco mais de 5” de diâmetro, numa fabricante de fertilizantes em Cubatão, SP, peça que levava um dia para ser removida foi tirada em 30 segundos com o equipamento Hytorc. “Removemos, mas ainda não sabíamos que aquilo era um gargalo da empresa que, entusiasmada comprou nosso equipamento”, comentou. Até pouco tempo a empresa tinha um foco muito intenso em Oil & Gas, mas a participação na feira é uma ação de diversificação em outros setores industriais, incluindo emergentes como energia eólica.  

 

                               D&D

“Esta feira estava sendo um dos melhores investimentos em marketing, como temos os elementos filtrantes como novidade produzida pela D&D, desde este ano, aqui o resultado está sendo bom”, comentou Paulo Diebe, o CEO da empresa. Diebe esteve na Wire Düsseldorf 2016 e relatou interesse na aquisição de laminadoras de perfis, maquinas de fechamento de tubos e outras novidades encontradas na Alemanha. “Até então, estávamos fazendo apenas trefilação e laminação de aço inox. Hoje também fazemos para produtos para alguns clientes finais, como os elementos filtrantes, tubos e arames, finalizou o CEO dizendo que nessa atuação direta, fixadores ficam fora do escopo D&D.  

 

                                                                                   Condat

Participante da feira pela segunda vez, a Condat do Brasil busca maior divulgação da marca e de suas linhas de produtos com base vegetal e menos agressivos, de acordo com Joyce Ramos, coordenadora de vendas. “Até pouco tempo apenas importávamos, mas agora fabricamos no Brasil através de nossa planta industrial na cidade de Bom Jesus dos Perdões, SP. Queremos também ampliar a divulgação de alguns óleos que trazem benefícios tanto para os operadores quanto para manter as máquinas mais limpas, reduzindo problemas de corrosão interna, aumentar a vida útil do ferramental em processos de conformação a frio, aumentando os níveis de refrigeração, reduzindo engripamentos”, conclui Ramos.  

 

                        Southco

Em 1899, na Pensilvânia, EUA, foi criada a indústria de tubos destinados ao setor Oil & Gas, South Chester Tube Company. Em 1945 adotou o nome Southco Inc. quando passou a produzir fixadores. Em nossa edição RP40, na seção Europa News, foi anunciado que a Southco havia adquirido a brasileira Unikey, sediada em Cotia, SP, fabricante de sistemas de acessos como travas, fechaduras, dobradiças, acessórios e sistemas de ventilação. Conversamos com o gerente de desenvolvimento de negócios da Southco Brasil, José Bressan. “Nossa Cia tem uma relevante atuação no fornecimento de fechos em aplicações críticas, sobretudo onde há muita vibração e necessidade de acesso simples e rápido, como em sistemas de controles elétricos/eletroeletrônicos ou até em partes de veículos automotores que demandam manuseio frequente”. Bressan apresentou fechos com parafusos de cabeça borboleta, recartilhados e outros que dispensam o uso de ferramentas para aperto e remoção. É uma gama interessante, onde há combinações de parafusos com molas, especialmente na linha DZUS (Quick Access Fasteners) que aperta e remove com giro de apenas 1/4 de volta.

COMPARTILHE
CONTEÚDO DA EDIÇÃO

TAGS:
revistadoparafuso@revistadoparafuso.com