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Notas
05/04/2016 09h30

Notas

 

Às vésperas do Conselhão, Abimaq apresenta balanço 2015 em encontro com a imprensa

 

No início deste ano a diretoria da Associação da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq) recebeu a imprensa para um almoço na sede da entidade em São Paulo, capital, evento que contou com a presença (na foto) de Mario Bernardini (diretor de competitividade da Abimaq), Carlos Pastoriza (presidente da Abimaq), Celso Casale (vice-presidente da CSMIA - Câmara Setorial de Máquinas e Implementos Agrícolas) e José Velloso (presidente executivo da Abimaq).

Na oportunidade a Abimaq apresentou dados sobre o desempenho 2015 do setor de bens de capital e abordou as perspectivas para 2016. “A crise política está no centro das questões econômicas, para o bem ou para o mal, dependendo do desfecho e especificamente quando. Até lá, há pouco a fazer”, comentou o Carlos Pastoriza.

Dentre os números apresentados, a receita líquida total do setor ficou 14,4% menor que em 2015, isso sem considerar a valorização do dólar, o que implicaria numa queda ainda maior de 22,8%. O registrado em vendas em máquinas e equipamentos do ano passado (-14,4%) se soma às quedas de 11,6% em 2013/14 e 5% em 2013/12, acumulando retração da ordem de 30% nas vendas ao longo dos últimos três anos.

O encontro ocorreu no dia 27 de Janeiro, véspera da reunião do “Conselhão”, como é chamado o Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social, realizado em Brasília, na qual a entidade foi representada por seu presidente.

Sobre o Conselhão, havia dúvida se o governo iria anunciar disponibilidade de crédito, na qual Celso Casale – um dos presentes na mesa, vice-presidente da Câmara Setorial de Máquinas e Implementos Agrícolas (CSMIA) – citou ser algo essencial, especialmente no Agrishow (feira do agronegócio brasileiro). Bem, a ampliação do crédito foi anunciada, mas a crise política ainda assombra os demais setores, menos confiantes em comparação a turma da soja, do algodão e do café que espera uma quebra de recorde até dezembro.

Ainda sobre o câmbio, Pastoriza diz que sua causa tem questões políticas, e é por isso que não podemos confiar na sua permanência, mas “é o que se tem neste momento para recuperação do market share nacional”, concluiu.

 

Setor de autopeças espera elevar faturamento em 1,3% em 2016 

 

O Sindicato Nacional da Indústria de Componentes para Veículos Automotores (Sindipeças) divulgou um estudo no qual estima faturamento nominal de R$ 64 bilhões neste ano, o que levaria o setor a andar na contramão da indústria, alcançando crescimento de 1,3 sobre 2015 e com previsão ainda superior em 2017, em R$ 67,1 bilhões. Mas esse crescimento não cobre a variação do  câmbio, bem como a inflação registrada. O estudo também indica que as 470 companhias associadas do Sindipeças deverão investir R$ 575 milhões neste ano, número 7,6% menor que em 2015.

Neste ano o setor o déficit na balança comercial deverá cair 28%, para US$ 4 bilhões, enquanto as exportações devem crescer 5%, alcançando US$ 8 bilhões. Em queda, as importações recuaram 9%, cerca de US$ 12 bilhões. Vendas para montadoras devem recuar 1,4%, atingindo 58,8% do faturamento total em 2016, enquanto o aftermarket (mercado de reposição) chegará a 18,2%. Fonte: Revista Automotive Business, Fev./2016

 

Sindicatos e associações contra o aumento de tributação na importação de aço

 

Ao final de dezembro de 2015, quatorze associações e sindicatos da indústria brasileira de transformação – entre elas o sindicato do setor de fixadores do estado de São Paulo, Sinpa – publicaram um manifesto visando chamar a atenção das autoridades públicas sob o risco de, equivocadamente, atender a um setor em detrimento de um outro muito maior. Segundo Carlos Pastoriza, presidente da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), “se confirmado esse aumento da alíquota sobre o aço importado, algo em avaliação pela equipe econômica, a indústria brasileira que consome este metal terá sua competitividade duramente afeta”. Esta medida “um tiro no pé”, disse o executivo comparando números entre as entidades unidas que ele representa com o siderúrgico.  “As indústrias consumidoras deste insumo respondem anualmente por R$ 700 bilhões de faturamento, 73 mil companhias, e 4,7 milhões de postos de empregos. Já as aciarias são formadas por apenas 11 oligopólios, faturam R$ 30 bilhões/ano e somam 120 mil empregos” concluiu o executivo.

O manifesto ainda aponta que apenas 10% desta matéria-prima é importada, que é umas das menores médias de consumo entre nações industrializas. Além disso, é óbvio supor que a medida elevará o preço no mercado interno devido ao enfraquecimento da concorrência, sendo combustível para uma propulsão inflacionária, não esquecendo que as empresas pagam no Brasil valor 35% superior a média internacional.

Além da Abimaq, o texto foi composto em conjunto outras 14 entidades, entre elas o Sinpa, sindicato do setor parafuseiro nacional.

 

Erramos: A Feimec, Feira Internacional de Máquinas e Equipamentos, será realizada entre 3 e 7 de maio de 2016, diferentemente do publicado em nosso Anuário do Parafuso 2016.

 

Grupo sueco adquire a Papaiz

 

O grupo especializado em sistemas de segurança, o Assa Abloy está ampliando a sua presença no mercado brasileiro, onde se instalou a partir da compra da La Fonte e Silvana. Parece que eles gostaram desse negócio, basta ver as aquisições recentes, dentre elas a histórica marca nacional Papaiz, sinônimo de cadeados e fechaduras há décadas no Brasil.  A aquisição foi ainda maior, incluindo a marca a Udinese e a Vault, esta uma fabricante de soluções em barreiras físicas, controle de acesso e sistemas integrados de alta segurança. Já a Udinese é uma das maiores produtoras de esquadrias de alumínio. O presidente da Assa Abloy, Luís Augusto Barcelos Barbosa, declarou que essa operação torna o grupo líder no Brasil. Com isso, o grupo estima dobrar sua atual receita líquida brasileira atual de R$ 200 milhões/ano.

Fonte: Portal Estadão

 

Desde outubro último já está em vigor a ISO 9001:2015

 

De origem grega, ISO significa Igual, e este é o acrónimo usado mundialmente como sigla da International Organization for Standardization, entidade que rege globalmente os conjuntos de normas para processos de produção e gestão corporativa. As normas ISO são ferramentas que – aplicadas às empresas, seus produtos e serviços – possam contribuir para a revolução de sistemas de gestão da qualidade, bem como no aumento de eficiência.

Segundo a Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), órgão gestor da ISO no Brasil, essas normas são avaliadas a cada cinco anos a fim de serem atualizadas e manterem-se relevantes para o mercado. Por sua vez, a nova versão da norma ABNT NBR ISO 9001:2015 - Sistemas de gestão da qualidade - Requisitos, aprovada em setembro de 2015, veio para responder às mais recentes tendências e para ser mais compatível com outros sistemas de gestão, tais como o sistema de gestão ambiental da ISO 14001.

 

EUA: Parafusos solucionam recall do Kia Soul

 

EUA: Ao final de 2015, os modelos Soul, 2.0 da Kia Motors, entraram em processo de recall visando corrigir uma falha que levava condutores a perder a direção, de acordo com a National Highway Traffic Safety Administration, entidade norte-americana que responde pela segurança automotiva. O problema envolveu modelos entre 2014 e 2016, no qual o pinhão da engrenagem não está fixado adequadamente devido a mal aplicação de um adesivo. A cia estava ciente desde setembro após cinco pedidos de garantia sob relatos de problemas durante a condução dos carros que saiam do trajeto desejado. Segundo informado, a assistência técnica iria substituir o plug do pinhão, instalando um parafuso como reforço. Fonte: www.caranddriver.com – Dez./2015

 

Feliz Ano Novo: 2017 já começou para a Fastener Fair Stuttgart

A edição do próximo ano da feira internacional de fixadores e fornecedores do setor, a Fastener Fair Stuttgart, será realizada no começo da primavera europeia, entre 28 e 30 de março. O local do evento será o Pavilhão Messe Stuttgart, Alemanha, que terá um redirecionamento para os halls 1, 3 e 5, totalizando 20,5 mil m² devido ao potencial de expansão previsto pela britânica Mack Brooks Exhibitions, a mesma promotora da Fastener Fair Brasil.

Do espaço total, 14 mil m² já estão marcados ou reservados por cerca de 500 empresas vindas de 25 países, dentre eles a anfitriã Alemanha, China, Espanha, Holanda, Índia, Itália, Reino Unido, Taiwan e Turquia.  

2017 será o ano da sétima realização deste evento que teve recordes em sua edição 2015, com 832 cias expositoras vindas de 42 países. Foram 11,6 mil visitantes de 86 diferentes nacionalidades, circulando pelos 18,5 mil m2 de pavilhão. Os recordes do evento confirmam a satisfação de 97% dos expositores, sendo que 99% estarão presentes novamente e 88% relatam ter alcançado sucesso.

Melanie Kaufmann, Mack Brooks Exhibitions Ltd

 

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