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Editorial
25/11/2013 12h00

 Editorial

 
A propaganda nada mais é do que uma ação de vendas
 

Na edição anterior, falamos sobre religião e marketing, sendo a abordagem, aqui, sobre a propaganda e a publicidade (P&P), ambas ferramentas do marketing para “pró-mover” produtos e/ou serviços.

Propaganda significa ato e/ou efeito de propagar informações comerciais de forma paga, enquanto a publicidade pode ser definida como atividadede tornar algo público, não necessariamente de forma paga.

Explicando melhor a publicidade (público + atividade), ela pode ser identificada numa divulgação pública. Ex.: “a prefeitura de São Paulo realizará a Virada Cultural neste final de semana” ou “no dia 1º. de abril, ocorrerá a vacinação contra a paralisia infantil”. Pode ser, também, uma notícia de que uma montadora de carros lançará em breve um novo modelo divulgada através de uma nota à imprensa (press release), que é uma ação de tornar algo público. P&P são “ferramentas”, mas são confundidas, em inúmeras ocasiões, como “acessórios de luxo”.

Por sua vez, a propaganda é tratada com muito respeito por todos, mas “na prática, a coisa não é bem assim”. Já ouvimos diretores de empresas dizerem: “quando as coisas melhorarem, vamos fazer propaganda”. Genial! É como um bombeiro levar a água após o fim do incêndio.

Pouco adianta uma empresa ter um bom produto, uma boa máquina e um ótimo profissional para operá-la se ninguém sabe disso. Muitas vezes, elas optam por fazer vendas apenas “artesanal”, ou seja, procuram negócios via telefone, visitam clientes, enfim, agem como vendedores. Ok, mas vendedores e as ações promocionais não são adversários, e sim aliados. A propaganda, por exemplo, funciona com um aditivo para vender. Ninguém que trabalhe na Coca-Cola ou na Rede Globo precisa dar muitas explicações sobre quem são essas empresas.

Certa vez, o guru Peter Drucker declarou: “Marketing trabalha para tornar as ações de vendas desnecessárias”. Observe que é uma metáfora, mas se considerarmos a Coca-Cola como exemplo, ela se vende muito mais fácil que as demais, haja visto a não existência de degustações deste refrigerante em lugar algum.

Voltando ao mundo que nos pertence, o da fixação, isso não é muito diferente. Para ser comprado, é preciso ser conhecido, tanto o produto quanto os serviços que seus fornecedores oferecem, e não basta promovê-los uma só vez. Isso deve ser contínuo, assim como a ação de vender.

 

Boa leitura!


Sérgio Milatias
milatias@revistadoparafuso.com.br

 

 

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