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Editorial
19/09/2013 11h40

 Editorial

 
A Religião e o Marketing
 
 
Unindo as palavras inglesas market (mercado), to (para), act (agir), acrescentando o “ing”, para dar a forma de ação, chegamos ao famoso termo “Marketing”, definindo-o como “agindo no mercado”. Nosso colega Hans Müller, conceitualmente, define que “toda atividade que busca atender necessidades e desejos pode ser considerada ação de marketing”. 
 
Dois analistas do nosso tempo traçaram analogias em torno das disciplinas que religiões, especificamente a católica, geram dentro das empresas. O primeiro, Max Geringer da rádio CBN, disse que essa metodologia influência nas coisas do dia a dia, fazendo as pessoas agirem de forma “repetitiva e disciplinar”. Exemplo: “Aquela empresa paga todos fornecedores religiosamente em dia”. Daí o fazer religiosamente se estende as demais atividades, com tempo para começar e terminar, jeito de fazer, quantidade etc.
 
Ao observarmos ainda mais, notaremos o padrão entre as sedes das igrejas católicas, em suas regras e estruturas. Isso pode ter influenciado empresários na criação de filiais.
 
Em grego, unindo ISO (igual) e NÓMOS (normas), criamos a palavra isonomia. Assim, podemos até dizer que a igreja católica criou o conceito “ISO 9000”. Já falamos aqui, na edição nº 20, que o primeiro documento “ISO” foi a Bíblia (a mãe de todas as mídias escritas) impressa no século 15 por Johannes Gutemberg. Desde então, a Bíblia passou a ser padronizada, já que antes era difícil mantê-la igual com escribas e monges fazendo tudo à mão.
 
 
Talvez ainda mais interessante tenha sido o Congresso da CNBB (Conferência Anual dos Bispos do Brasil), em 1977, em que um dos palestrantes, o publicitário Alex Periscinoto, declarou: “A Igreja Católica nos ensinou Marketing.” 
 
Continuando: “Qual é logotipo mais famoso do planeta? ‘A cruz’, respondeu ele, que colocada no alto, na entrada, é a mãe de todos os displays. Qual é a primeira mídia sonora para comunicação em massa? ‘O sino’. Qual é o instituto de pesquisa mais antigo e preciso? ‘O confessionário’”, finalizou Alex, falando sobre a primeira mídia impressa, a Bíblia.
 
 
Além de suas crenças, considerando que todas as religiões devem manter suas estruturas intactas e em avanço constante para sua perenidade, elas necessitam de normas, e essas que citamos nos guiam em nossas rotinas do nascer ao por do sol, e nós nem as percebemos.
 
 
 
Boa leitura!
Sérgio Milatias
 
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