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Eventos - Fastener Fair
14/01/2013 03h09

 Eventos

 

2ª Fastener Fair no Brasil
 
 
Evento atraiu mais de 3 mil profissionais da indústria para discutirem o setor de fixação no simpósio e demonstrou a variedade de soluções para este mercado durante a exposição
 
 
 
Após o evento de estreia em 2011, a Feira de Tecnologias de Fixação Fastener Fair Brasil, um evento da renomada Fastener Fair Stuttgart na Alemanha, promoveu mais uma edição em 2012, durante os dias 21 e 22 de novembro, no Expo Center Norte - São Paulo. Durante os dois dias de feira, 141 expositores de 17 países apresentaram uma ampla gama de elementos de fixação, fixadores industriais de construção, montagem e sistemas de instalação, bem como tecnologia de fabricação. As empresas dividiram o espaço com fornecedores e fabricantes do Brasil, Europa, EUA e Ásia.
 
“Estamos muito satisfeitos que a segunda Fastener Fair realizada no Brasil tenha sido um sucesso tão grande. Apesar de alguns transtornos ocorridos durante uma demonstração política nos arredores, o que impossibilitou o transporte para o local no segundo dia da feira, o evento provou ser válido e rentável para expositores e visitantes. Muitos negócios foram feitos ao longo destes dois dias”, declarou Candyce Costa, gerente da Fastener Fair Brasil, em nome dos organizadores Mack Brooks Exhibitions.
 
Cerca de 2480 visitantes profissionais vindos de 25 países puderam discutir e explorar a variedade de soluções para o setor de fixadores e encontrar oportunidades comerciais. Segundo a pesquisa divulgada pela organizadora, 60% dos presentes tinham responsabilidades para tomada de decisão, ou seja, proprietários, diretores e compradores. Já os visitantes, 38% eram fabricantes de fixadores, 28% usuários finais, 20% distribuidores, 7% varejistas e 7% diversos. A pesquisa também mostrou
que a maioria deles é proveniente da indústria automobilística (39%), atacadistas (19%), construção (18%), engenharia (14%) e diversos (10%).
 
A feira também trouxe apresentações técnicas sobre questões-chave do mercado brasileiro de fixação com renomados especialistas do setor que abordaram temas como: Tecnologias Atuais Aplicadas em Sistemas de Seleção e Escolha de Fixadores, Rebites Estruturais de Alta Performance para Chapas e Perfis Metálicos, Organometálicos para Aplicação em Fixadores, Danificação por Hidrogênio e Permeação por Hidrogênio em Ligas de ZnNi, Manufatura de Rebites Automotivos em Alumínio, entre outros. Ainda, a Câmara de Comércio do Mercosul e Américas promoveu Rodadas de Negócios durante o evento no intuito de permitir a aproximação entre as empresas compradoras e fornecedoras e incentivar a criação de potenciais parcerias de negócios.
 
“O sucesso da feira refletiu o clima de otimismo da economia Brasileira com o investimento substancial no país. Estamos confiantes de sermos capazes de expandir ainda mais o evento, tendo em vista que o País está em rápido desenvolvimento da economia e grandes investimentos em infraestruturas ainda estão por vir. Iremos anunciar as próximas datas da feira Fastener Fair no Brasil muito em breve”, finalizou Costa.
 
A seguir, acompanhe nossa cobertura, começando pelo simpósio de tecnologia.
 
 
 
Instituto Brasileiro Tecnológico de Fixação (IBTF ) 
 
Alfredo Colenci – Doutor em Engenharia Mecânica – discorreu no simpósio o histórico do antigo ITF - Instituto Tecnológico de Fixação, criado em 1985, com objetivos semelhantes ao que hoje está sendo recriado, suas atividades e membros e como essa experiência vai ajudar a promover o desenvolvimento e a difusão temática das tecnologias em sistemas de fixação aos participantes e parceiros deste setor. Estão à frente da entidade que trás o nome de IBTF - Instituto Brasileiro Tecnológico de Fixação, o próprio Alfredo Colenci, Lídio Andrade, Rogério Costa, Ivar Benazzi, Erly Syllos, além de Cláudio Peçanha, que também destacou alguns pontos durante a apresentação.
 
ISO/TS 29001: A certificação do segmento do
petróleo 
 
Ronaldo de Fávero – Consultor em gestão empresarial, especialista em meio ambiente, graduado em matemática e ex-professor de pós-graduação da FEI - Faculdade de Engenharia Industrial – discorreu em sua palestra sobre a norma ISO/TS 29001, que possui itens suplementares específicos para o setor de petróleo, gás natural e petroquímico. Desse modo, ser certificado nessa especificação técnica está relacionado à capacidade da empresa projetar, produzir e inspecionar, sistematicamente, determinados produtos segundo requisitos específicos. A norma é baseada na ISO 9001 e incorpora exigências adicionais enfatizando a prevenção de defeitos e a redução da variação/desperdício de prestadores de serviços. Para quem ela é relevante? Para todas as organizações que trabalham na cadeia de suprimentos da indústria do petróleo e gás, pois garante a padronização e melhoria no setor.
 
 
Atrito: do sonho à realidade  
 
O analista em juntas aparafusadas Athos Hammel, o engenheiro de laboratório, Jeferson Ferreira, ambos da Volkswagen do Brasil, ao lado de Gilbert Zoldan, diretor conselheiro da ABTS, são os autores deste estudo apresentado no simpósio. “Quando fomos convidados para fazer o trabalho na feira, o foco principal foi reunir as pessoas que trabalham diretamente com juntas aparafusadas e procurarmos demonstrar algo que somassem dados para o dia a dia. As fórmulas regem matematicamente as juntas aparafusadas, mas queríamos contar de forma mais simples um pouco da história dos parafusos e como essas fórmulas influenciaram no que hoje a indústria automobilística emprega para resolver todos os problemas relacionados. Para isso, unimos quem entende profundamente deste assunto, como o Athos, que foi o palestrante, e o Jeferson, e eu entrei como coadjuvante para ajudar a mapear a palestra”, explicou Zoldan.
 
 
How torque does not determine clamp
 
Rocco DiRago – Alcoa Fastening Systems Product Manager Americas (Industrial Products) – destacou em palestra a importância do torque. “O torque é usado para fixar melhor uma abraçadeira (clamp). Uma máquina de torque pode dar uma melhor aderência e uma maior fixação do parafuso quando utilizada a rotação adequada. Mas não basta apenas ter o torque e a abraçadeira corretos, é necessário levar em conta que existe uma fricção entre eles, é importante pensar nisso para ter um bom torque”.
 
 
 
Rebites estruturais de alta performance para chapas e perfis metálicos
 
Ivar Benazzi Jr. – Engenheiro da Rivex – explicou as diferenças entre rebites e rebites estruturais e onde estes são aplicados, como carros (os mais velozes); veículos pesados; plantas de energia solar; e redes de comunicação mais sofisticadas, por exemplo. “O Brasil demanda necessidade de investimento. O foco foi apresentar formas modernas de chapas e perfis metálicos por meio desses rebites estruturais”, citou.
 
 
 
Pode o parafuso ser considerado uma instituição física e matemática?
 
Dr. Roberto Garcia Pesquisador da Universidade Estadual Paulista (Unesp), Consultor da Engenharia de Produto da fabricante de parafusos Metaltork, além de gerente de desenvolvimento de novos produtos da Anion MacDermid/Tecnorevest – apresentou o Parafuso, um dos mais utilizados elementos de fixação, de uma maneira diferenciada, questionando e afirmando por meio de diversos parâmetros como ele pode ser identificado. A conclusão do seu estudo declarou que um dos histogramas exibidos (o indicativo da Inflexão da Curva Sigmoidal) pode ser considerado uma entidade matemática que identifica o comportamento do Parafuso, bem como todos os Parâmetros de Richards podem ser aplicados na avaliação dinâmica dele, via elementos finitos.
 
Análise de falhas de parafusos
 
Itamar Ferreira Professor da Unicamp e associadodo departamento de engenharia de materiais – destacouque os dois pontos importantes do seu tema giram em tornode adquirir conhecimento e o cuidado com a substituiçãode componentes neste segmento. “O objetivo maior foi deixar claro a necessidade de conhecimento na área de fratura e fadiga, que não vem sendo valorizado nas universidades brasileiras. É extremamente necessária essa ciência da parte mecânica e metalúrgica. Em segundo lugar, há o fato de uma grande entrada de produtos importados - com custos mais baixos - onde os riscos de fraturas frágeis são muito altos. Por isso, aconselho antes de fazer qualquer mudança de
um produto nacional e já sedimentado para outro de fora, que façam um estudo bem criterioso”, ressaltou.
 
 
Tecnologias atuais aplicadas em sistemas de seleção automática de fixadores
 
Lídio Andrade Jr. Engenheiro eletrônico e diretor da Systek Tecnologia – explicou durante o simpósio as diversas tecnologias que podem ser trabalhadas baseadas no tema acima, como a Visão (por câmeras); Correntes Parasitas; Dispositivos Mecânicos e o Laser. “O sistema de seleção automática não irá resolver todos os problemas das peças fabricadas. Este sistema vem como modo de contenção dessa falha e ajudar a reduzir custos. Para se ter uma ideia, a diferença entre o sistema manual para o automático gira em torno de 65 vezes mais PPM (peças por minuto)”, afirmou.
 
 
O estado da arte na deposição de zinco-níquel
 
Célia Tomachuck Doutora na área de materiais e produção e Coordenadora de pesquisa e desenvolvimento da SurTec Internacional – discutiu a utilização do elemento zinco-níquel para os fixadores. “O que se usa muito no Brasil hoje são produtos eletrozincados ou zincados a fogo. O que apresentei é uma liga bastante utilizada no exterior, mas ainda é pouco aproveitada no país por ser um investimento caro”, afirmou.
 
 
 
 
Organometálicos para aplicação em fixadores
 
 Mauro GorrasiGerente geral da Dörken do Brasil – discorreu em sua palestra sobre o funcionamento do processo de revestimento para fixadores, demonstrando alguns dos produtos oferecidos pela empresa – como o Delta MKS – e ressaltando a importância da utilização do fosfato de zinco para essas operações.
 
 
 
 
 
A fixação protegida através da galvanização
 
Paulo Sobrinho
Engenheiro Metalurgista e coordenador técnico do Instituto de Metais Não-Ferrosos - destacou no simpósio a utilização de fixadores galvanizados por imersão a quente. “No Brasil, muitas pessoas não conhecem a galvanização por imersão a quente e, inclusive, até confundem com galvanoplastia. A galvanização por imersão a quente é o processo mais eficiente contra a corrosão de ferro e aço. O Zinco penetra na rede cristalina da peça e não fica somente na superfície, logo, ele te dá uma proteção por barreira, mecânica  e também catódica porque o zinco é mais eletronegativo. Os fixadores também são galvanizados por imersão a quente, nós temos empresas no país especializadas nesse processo quando há a utilização de equipamentos centrífugos para que não exista acúmulo de zinco nos filetes de roscas.”
 
 
 
Manufatura de rebite automotivo em alumínio – Estudo de caso e correlação com simulação numérica
 
Alexsandro Moraes – Engenheiro de aplicaçãoda Simufact Americas - fez uma apresentação durante a feira sobre o processo de produção de manufatura. Na palestra, buscou demonstrar através de casos práticos como e onde a simulação numérica é utilizada no fluxograma do processo da produção, reduzindo os custos. “Hoje, no sistema produtivo, quando você vai desenvolver uma nova peça, se faz try outs físicos onde se têm paradas em máquinas, desgaste, retrabalho e quebra de matrizes, perda de material e utilização de mão de obra desnecessária. Para isso demonstramos um try out virtual, onde todos os testes são realizados no computador e, uma vez aprovado o projeto, pode ir para a produção normal”.
 
 
 
Danificação por hidrogênio e permeação por hidrogênio em ligas de Zn-Ni
 
A palestra foi dividida em duas etapas e apresentada pelos especialistas: Hilário Vassoler – diretor geral da Fosfer – e Raul Grobel – Químico, Engenheiro Químico e Gerente de mercado automotivo na Coventya. Na primeira, foi abordada a teoria de como ocorre o mecanismo de hidrogenização da peça e, na segunda etapa, foi mencionado sobre os cuidados que devem ser tomados durante a fabricação de um fixador para evitar as quebras por efeito retardado de hidrogênio. “No tratamento térmico, por exemplo, temos que utilizar uma temperatura correta de revenimento dentro do que é especificado nas normas internacionais - desde que se cumpram as etapas e não tensione acima do que normalmente existiria no tratamento térmico. As tensões acima vão favorecer o rompimento da peça a um nível de hidrogênio que em uma situação normal não aconteceria”, explica Vassoler.
 
 
Ferrita Delta em parafusos tratados termicamente –Caracterização e quão detrimental é a sua presença
 
Robson Bussoloti Supervisor de tratamento térmico e laboratório da Metaltork, e mestrando em Engenharia de Metalurgia na USP – realizou uma palestra sobre ferrita delta em parafusos tratados termicamente. “Esse é um tema que fala sobre fragilização de parafusos que são tratados termicamente enriquecidos com fósforo. O fósforo é um elemento fragilizante que vem de um acabamento superficial, e no tratamento térmico ele acaba sendo difundido para dentro do parafuso, fragilizando o mesmo. A minha apresentação envolveu temas como fosfatização e o quanto é importante a limpeza antes do tratamento térmico para parafusos de alta resistência, a fim de evitar sua fragilização”.
 
 
 
Segue abaixo cobertura da feira de negócios:
 
 
Metaltork / General Fix
 
Ivan Reszecki, presidente da Metaltork e General Fix, respectivamente, fabricante e importadora de fixadores – comentou sobre as boas experiências na edição de 2011. “Tivemos um retorno considerável, não só na divulgação da marca, mas também na diversificação dos nossos produtos, na qualidade da empresa e na nossacompetitividade”, afirmou. Na feira, a Metaltork apresentou produtos para aplicação crítica. Já a General Fix demonstrou sua linha de sextavados, porcas e parafusos, e porcas de roda com a arruela oscilante.
 
 
Temsa
 
“Nesta feira, focamos as estampadoras. Elas estão sendo vendidas com acessórios inovadores, com toda a parte de forjamento a morno, possuem entre 05 e 06 estágios, e capacidade de estampagem de arames até 31 mm. A Temsa veio mostrar matrizes de conformação a frio e, como lançamento, trouxemos o sistema de combustão da empresa WS, que oferece economia de gás de 25%. Instalamos o primeiro equipamento na Neumayer Tekfor. Na feira, computamos clientes que não tínhamos recebido no ano passado. Investimos R$ 35 mil para 25 m² de estande”, declarou Ramon Gómez – diretor.
 
 
KS Import
 
Neste ano, a KS Import mostrou como novidade os pentes de laminação de rosca. Segundo Anton Kittler, diretor da empresa, está sendo formado um estoque. “Trabalhamos com todas as ferramentas para a fabricação de porcas, parafusos e rebites. Desde punções para estampar fendas, machos de porca até ferramentas de recorte”, explicou. Kittler reforçou, ainda, a importância de estar nafeira para reencontrar amigos, clientes e refazer alguns laços, lembrando que será benéfico a próxima que edição tenha três dias, e não dois. A empresa investiu cerca de R$ 20 mil em seu estande.
 
 
 
 
Kingwin/Spirafix
 
“A Spirafix é parceiro da Kingnin desde abril de 2012. Com essa companhia, queremos atingir todos os fabricantes de fixadores (Parafusos, Porcas, Arruelas e similares) indistintamente. Além de apresentar nossos produtos, aproveitamos também para visitar a empresas do ramo, tais como: Ciser, Fey, Rex, Metaltok, New Fix, Arber, Embrafix, Metabo, onde fomos cordialmente recebidos”, declarou Wesley Tsai Ding.
 
 
 
 
 
SouthWind
 
A empresa levou para a feira uma célula de manufatura para a produção de parafusos. De acordo com J. B. Graef, diretor comercial da SouthWind – que é uma das mais atuantes e especializadas distribuidora de máquinas para a fabricação de parafusos, porcas e rebites – os equipamentos expostos no evento trabalham em conjunto de forma sincronizada e totalmente automática. O processo inicia-se com a trefi la em linha, seguido da estampagem e laminação de rosca. “Trata-se de um sistema onde um único operador controla três diferentes máquinas. E no caso desta célula de manufatura que apresentamos na feira, a matéria-prima utilizada é o fio -máquina, um produto siderúrgico em bruto. A própria célula fabrica o seu arame com o uso da trefila em linha
Tecno Impianti, de fabricação italiana, estampa o parafuso e lamina a rosca, com a conformadora dupla-ação Yih Woen e a laminadora de roscas Chien Tsai, ambas de Taiwan. Isso diminui muito o custo porque com uma única bitola de matéria-prima podemos fazer várias bitolas de parafusos sem ter que trocar o arame utilizado como matéria-prima”, declarou Graef.
 
 
Metalbrax
 
Marcos Fernandes, diretor comercial desta fabricante de parafusos a quente, contou como foi sua segunda participação na feira e quais foram os pontos de destaque na exposição. “A Metalbrax caminha para o terceiro ano de atuação no mercado. Hoje estamos em uma posição muito favorável dentro do que tínhamos como meta, que é chegar a ser a melhor no mercado de forjados a quente dentro de cinco anos. Estamos com um treinamento intensivo de funcionários, investindo na parte de segurança e queremos formar parcerias com os clientes de primeira linha. É uma empresa nova e, até fixar a marca e a confiabilidade, só o trabalho é que irá fazer acontecer. Participamos na 1ª edição da feira e agora estamos nos surpreendendo com novas empresas que apareceram na 2ª edição e citando o nosso nome. Empresas grandes fizeram vários testes conosco e agora começam a surgir os contratos”.
 
 
San Shing
 
“Nossa presença na feira foi focada para promover as ferramentas e máquinas da San Shing, com destaque para as duas máquinas que trouxemos para o estande: uma conformadora e uma laminadora de porcas. A conformadora produz até 320 peças por minuto de porcas quadradas de solda, sendo considerada a mais rápida do segmento. Somos a maior fabricante de porcas automobilísticas do mundo, pois produzimos nossas próprias máquinas, ferramentas e produtos também. Investimos cerca de U$ 150 mil, contando com o valor das máquinas, em nosso estande de 50 m²”, declararam Joe Li – representante internacional da San Shing Fastech – e Nelson Alves Jr. – diretor da representante brasileira Nelson Fasteners.
 
 
 
Forplan
 
“A Forplan é uma empresa suíça de engenharia, e viemos mostrar algumas tecnologias para o setor de parafusos que estão bem difundidas na Europa, mas por aqui ainda é novidade. Um dos destaques é o sistema de carregamento automatizado que evita a queda dos parafusos, ou seja, permite o deslocamento de peças muito compridas e sensíveis sem danificá-las. Também mostramos outros produtos como as lavadoras, centrífugas e o reaproveitamento de óleo. É a primeira vez que expomos  nesta feira e, particularmente, achei ótima. Os clientes são bem específicos e diretos no que procuram, direcionados ao nosso ramo. Diferente de outros eventos que recebemos muitas pessoas mas de áreas totalmente distintas. Investimos cerca de R$ 30 mil em um estande de 18 m²”, disse Cristina Kaun Doce – gerente comercial.
 
 
SurTec
 
“A SurTec possui grande participação na área de zincagem e galvanização. Por isso, continuamos destacando nossos processos de zinco, os passivadores mais ecológicos, selantes, e também o processo de fosfatização específico para fio-máquina. Quanto a feira, investimos cerca de R$ 30 mil em nosso estande de 32 m², e iremos avaliar todos os saldos dos nossos contatos para estimar se haverá continuidade da nossa exposição. Essa não é a nossa maior feira de negócios, comparada ao Ebrats, mas é sempre bom estar presente no mercado”, afirmou a Eng. Cássia Santos – coordenadora de marketing.
 
 
Sheh Kai
 
 
 
 
“Como não temos presença aqui ainda, nosso foco foi marcar presença na feira a fim de conhecer o mercado brasileiro. Um dos produtos em destaque é o parafuso com duplo tratamento térmico, projetado para obter um melhor desempenho e sustentabilidade contra hidrogênio e a fragilização induzida por corrosão. Consiste em dois passos de aquecimento, onde uma técnica cementada é utilizada primeiro para endurecer a camada exterior da peça e, em seguida, um tratamento térmico de indução é utilizado apenas para a parte de perfuração/rosqueamento do fixador”, explicou Stella Tu – gerente de vendas.
 
 
 
 
 
 
Ciser         
 
“Apresentamos todas as nossas linhas, que envolvem uma gama de produtos e soluções, e também destacamos a expansão de algumas áreas e produtos em nosso estande de 90 m². Não sentimos grandes diferenças da 1º edição da Fastener Fair para esta, mas percebemos que a feira diminuiu um pouco seu tamanho”, pontuou Alessandro Merkle – gerente nacional de vendas.
 
 
 
Zwez
 
 
 
Fornecedora de produtos e processos químicos para tratamento de superfície e aplicações em processos de conformação a frio, trefilação de arames e tubos, a alemã Zwez-Chemie GmbH participa pela primeira na Fastener Fair Brasil e demonstrou em seu estande de 24 m² todos os produtos e processos. “Viemos mostrar nossa linha de tratamento de metais, mas achamos o movimento abaixo do esperado. Estamos no Brasil desde 2009, com sede em Blumenau, SC, mas a fábrica está na Alemanha”, explicou Roseli Kath – supervisora administrativa.
 
 
 
 
 
Fontana

 
“Participamos no ano anterior e tivemos bons resultados – esta feira funciona mais como institucional do que business. Apesar da maior parte dos nossos clientes serem oriundos da indústria automotiva, ainda não temos um produto definido para o Brasil. Inicialmente, estamos trabalhando parafusos para o segmento automotivo e agrícola. Por isso, o Grupo Fontana irá fazer um investimento aqui e construir uma fábrica. Não temos data definida ainda e nem o local, mas estamos trabalhando forte neste quesito, pois não temos atividade comercial no País hoje”, ressaltou Paulo Solimeo – gerente.
 
 
 
 
 
Systek
 
“A Systek apresentou na feira quatro produtos, dois deles de nossa fabricação e dois de empresas que representamos. De nossa fabricação mostramos a máquina SYS101, uma selecionadora criada para a escolha de porcas, arruelas, buchas e demais peças cilíndricas que tenham semelhança mecânica; e o TGIRO, um torquímetro - lançado em 2012 - com a capacidade de gerar curvas torque ângulo (com medição do angulo por meio de giroscópio) e que permite gerar curvas em alta resolução, possibilitando que se determine perda de carga em uma junta aparafusada, força tensora, atritos e outros parâmetros. Isso é possível graças a patente desenvolvida pela empresa BCT, que descreve a tecnologia de análise e leitura dos minúsculos ângulos de torção. Este produto já está presente em algumas empresas montadoras de automóveis e veículos pesados e empresas fabricantes de autopeças”, explicou o diretor Lídio Andrade
 
 
 
 
Brighton Best
 
Com um estande de 35 m², a Brighton Best International investiu cerca de R$ 30 mil em sua participação na feira. Esta foi sua segunda participação – ou seja, esteve presente na 1ª Fastener Fair Brasil – e veio com o intuito de mostrar todo o catálogo da empresa e estreitar as relações com os clientes. “O principal foco da empresa é desenvolver no Brasil toda linha de sextavado interno”, declarou Luiza Rodrigues, diretora, ao lado de Marcela Almeida, gerente de vendas.
 
 
 
 
 
RWD
 
 
 
 
“Nossa empresa trabalha com importação de máquinas, ferramentas, instrumentos de medição e produtos acabados com fornecedores de Taiwan, China, EUA e Tailândia. Também prestamos consultoria técnica e realizamos toda a parte de importação para alguns clientes. A RWD possui dois anos e estamos nos apresentando para o mercado através da feira. A expectativa é de obter um bom retorno”, afirmou Rodrigo Ventes, sócio-gerente.
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Sacma
 
Uma das mais importantes fabricantes mundiais de prensas automáticas para produção de parafusos, a empresa expôs na feira uma máquina combinada de cinco matrizes. “Esta máquina estampa e lamina 275 peças por minuto. É um modelo super moderno, temos o controle de esforço, tanto para matrizes como para a parte de laminação”, afirmaram Luca Romanò e Carlos Camargoambos diretores. Italiana, a empresa tem uma grande expectativa no mercado brasileiro. Durante a feira, destacou o estreitamento no relacionamento com os clientes que já possui, além de prospectar novos interessados.
 
 
 
 
Dörken
 
 
Anna Kemper, diretora comercial da Dörken, destacou que o objetivo foi divulgar a linha de produtos da empresa e estreitar relações para expandir a cartela de clientes para outros setores. “Vendemos aqui, para o mercado brasileiro, uma pintura anticorrosiva especial, uma tecnologia nova, que pode ser usada para qualquer tipo de parafuso. Na maioria das vezes, fornecemos para o setor de automóveis. Na feira, procuramos conquistar novos clientes porque nosso produto não está tão conhecido fora do setor de automóveis. Na Alemanha sim, no Brasil não”, completou.
 
 
 
 
 
Fosfer
 
A Fosfer contará, em 2013, com uma fábrica somente para as linhas de organometálicos. É o que revela Hilário Vassoler, diretor da empresa. Ele destacou também que a empresa terá uma atuação mais agressiva neste segmento de mercado para conquistar mais clientes. “Nossa empresa trabalha com o tratamento de superfície, voltada ao ramo de fixadores, onde a nossa principal linha de produtos é a aplicação de zinco eletrolítico - tais como zinco níquel e zinco ferro - e também a aplicação de organometálico. Em relação ao mercado de parafusos, a Fosfer é uma empresa que foi fundada para atender especificamente este segmento. Estamos desde 1967 no mercado”, declarou.
 
 
 
 
Micro Plastics
 
 
 
A Micro Plastics é uma empresa mexicana que possui mais de 50 anos na produção de fixadores plásticos. Possui distribuidores em mais de 30 países, desenvolvem peças especiais em mais de 75 diferentes tipos de resina e se consagram como a maior fabricante de fixadores roscados de poliamida no mundo. “É a primeira vez que estamos nesta exposição no Brasil e esperamos expandir nossa atuação aqui. A empresa produz peças plásticas, muitas para fixação, que podem ser utilizadas para quase qualquer setor de produção, seja computadores, celulares, entre outros. Os produtos podem atender à necessidade de qualquer lugar do planeta”, explicou Anthony Todaro, diretor.
 
 
 
 
 
 
 
Sala Punzoni
 
“Destacamos nesta segunda edição da Fastener punções especiais de metal duro, pentes de laminação pra laminação pós-têmpera 12.9 e 10.9, e punções especiais, de modo geral, pela Sala Punzoni. O que pude perceber é que o mercado brasileiro está demandando um pouco mais de tecnologia e esta feira está mais enxuta que a anterior. Investimento, no estande, cerca de R$ 40 mil para 22 m² de área”, explicou Marcelo Rodrigues - gerente comercial para América do Sul.
 
 
 
 
 
Walsywa
 
“É uma feira nova para nós, estamos presentes pela primeira vez, então tentamos nos situar em relação ao público da feira. Nosso foco principal é fornecer para o setor de construção civil, por isso trabalhamos com várias famílias de produtos: fixação mecânica, química e pólvora. De forma geral, trouxemos uma linha de fixação química nova – foi lançada há um tempo, mas estamos explorando, pois o mercado é grande; uma vasta linha de barras roscadas, sempre reforçamos esse produto nas feiras pela variação de itens que temos; e uma linha nova de inox, a Winox, que não tínhamos há poucos meses. Investimos R$ 100 mil em nosso estande de 30m²”, afirmou Éric Ferraro – gerente de vendas.
 
 
 
 
 
Alcoa
 
Leonardo Carvalhaes, gerente comercial para América Latina da Alcoa, explicou que o segmento de fixação da empresa é consagrado e muito conhecido nos EUA e que pretende ter o mesmo sucesso aqui. Participando da feira pela primeira vez, ela investiu cerca de R$ 20 mil na
construção do estande, e todas as ferramentas que expôs já fazem parte do estoque local. A empresa está instalando uma operação para cuidar do setor de fixação. “A Alcoa resolveu trazer esse business e divulgá-lo no Brasil ano passado, então, nossa equipe, de junho até dezembro de 2011, esteve em treinamento nos EUA. Nós começamos o trabalho de divulgação no Brasil em janeiro e a partir de 2012 teremos uma operação 100% voltada para logística dos nossos clientes. O produto até então é importado, mas teremos além dos nossos parceiros de distribuição, um centro de distribuição no Brasil para facilitar a importação e entregar os produtos e equipamentos on time”.
 
 
 
 
Coventya
 
Raul Grobel, gerente do mercado automotivo da empresa, conta que neste evento o principal objetivo é atender clientes o segmento de revestimentos na área protetiva, já que nesta feira não há tanta ênfase no campo decorativo. “Nós temos os seguintes processos de Zinco: alcalino, ácido, zinco níquel e zinco ferro. Nossa ênfase sempre é em função daquele que possui uma maior resistência e uma maior performance, então, neste caso, é o zinco níquel, pois sempre está mais voltado para aplicação neste segmento de mercado e o vemos como uma solução para vários tipos de problemas”. A empresa se mantém presente na feira desde sua criação, em 2011. A ação da Conventya ao participar da exposição com um estande de 24 m² foi se tornar ainda mais conhecida, principalmente em segmentos como o de máquinas.
 
 
Bufab
 
Sueca, com mais de um século de existência, a Bufab é uma empresa distribuidora e fabricante de fixadores. No evento, o destaque foi para a marca Bumax Technology, linha de parafusos, porcas e arruelas em inox, destinados aos setores de energia, ferroviário, naval, químico e Oil & Gas. “Estamos avaliando o mercado brasileiro, onde existe a possibilidade de formarmos uma parceria local. Aqui promovemos nossos itens feitos em inox, para aplicações que demandam alta resistência à corrosão. Almejamos, brevemente, uma inovação com novos produtos”, explicou Pascal Brouland, diretor-gerente para produtos de fixação.
 
 
 
 
Rivex
 
“Estamos no evento pela segunda vez. Além da Avdel que está conosco desde o início das atividades da Rivex, o destaque agora é a apresentação da linha de produtos PEM; uma das marcas da PennEngineering e que somos distribuidores desde o começo de 2012. A PennEngineering teve sua origem nos fixadores cravamento e hoje possui uma ampla gama de produtos especiais. Suas principais linhas são: Fixadores PEM, Insertos para Plástico SI, Insertos Roscados Atlas, Sistema Stickscrew e Equipamentos de Instalação Pemserter. Agora, falando sobre a feira, considero que sua estratégia deve ser revista, pois o setor não tem tantas novidades ou demanda que justifique um evento anual. Sou sempre favorável à participação em feiras, mas tem que se ponderar sobre a freqüência. O ideal seria uma Fastener Fair bienal. Nosso investimento foi da ordem de R$ 40 mil em um estande de 30 m²”, falou Ivar Benazzi Jr. – sócio e diretor de Desenvolvimento.
 
 
Pecol
 
 
Empresa de origem portuguesa e muito atuante em feiras no Brasil, veio mostrar para este mercado a experiência de décadas na Europa. “O objetivo é explorar ao máximo toda a nossa experiência na distribuição de produtos de fixação. Ampla linha de elementos de fixação, além de fixadores químicos”, afirmaram João Crevina e Paulo Coelho, diretores da empresa. A empresa já está instalada na cidade de Guarulhos, na Grande São Paulo, desde o segundo semestre de 2012, e entre as suas atividades está sua habilidade em facilitar importações pelas empresas brasileiras, dando assessoria durante todo o processo.
 
 
 
 
 
 
 
Borgh
 
 
Em atividade há 35 anos, a Borgh atua como produtora inovativa e distribuidora de materiais fixadores de alta qualidade para construção civil. Representada pela Amazon na América Latina, ela também estuda produzir no Brasil. “Essa feira foi de grande importância, não só para os pequenos empresários como também para os grandes distribuidores que conheceram nossa solução de furação para concreto, a broca x-4 e os nossos parafusos para concreto. Nossa presença atraiu contatos diversos e interessantes”, afirmaram o CEO Richard Nagtegaal (1) e o diretor técnico Frank Balen (2), da Borgh. Já Amanda Ribeiro, representante na América Latina, enfatiza: “O Brasil está em pleno desenvolvimento em diversos setores, especialmente em construção civil. A Borgh é uma empresa que veio somar, apresentando soluções eficientes para este segmento que passará por grandes projetos de construção em curto prazo”.

 

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