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Editorial
24/10/2012 03h17

 Editorial

 

Jamais encontrar imprevistos sem ter solução


A palavra “exceção” pode ser definida como desvio daquilo que é esperado, e “regra” como o caminho normal. Assim, concluímos que se todos os dias as pessoas comentam a mesma coisa como se fosse algo novo e inesperado então isso não é exceção. É regra. É o caso da malfadada palavra “crise”. Se todo dia é dia de crise, então crise é o dia que ela não vem.

Não é o caso de negligenciar o que está acontecendo, principalmente, na Europa e Estados Unidos, mas no Brasil nãoé de hoje que vivemos debaixo de tormentas políticas e econômicas. Quem viveu os anos 1980 sabe. Porém, muitos insistem em falar desta ou daquela crise como se fosse algo jamais visto.

O problema não são as crises, e sim a forma como nos preparamos para elas. Não sabemos se o tamanho do extintor de incêndio que temos será o suficiente numa emergência, mas como precaução já é alguma coisa.
A competência em gestão foi raiz do sucesso de muitos reis e chefes militares em guerras. Os navios da “Senhora dos Mares”, a Inglaterra, entre o século XVIII e XIX, eram os mais organizados e limpos, prevenindo doenças,  só para ficar num pequeno exemplo.

Tendo vivido entre 233-183 a.C., o general Filopémenes, segundo “O Príncipe” - livro de Nicolau Maquiavel, foi um personagem que serve de exemplo em gestão até os dias atuais e, sobretudo, se tratando de precaução. Mesmo nos tempos de paz, este general se mantinha atento aos imprevistos. No caso, guerras. Num ponto citado no livro, Maquiavel descreve quequando Filopémenes excursionava pelos campos com os amigos frequentemente os indagava: “se os inimigos estivessem sobre aquela colina, e nós nos encontrássemos aqui com nosso exército, qual de nós teria vantagem? Como poderíamos atacá-los mantendo a formação da tropa? Se quiséssemos nos retirar, como deveríamos proceder? Se eles se retirassem, como faríamos para persegui-los?”.

Ele ouvia e discutia a opinião dos seus pares, e jamais encontrou pela frente algum imprevisto para o qual ele não tivesse uma solução.

Boa leitura!

Sérgio Milatias                            

 

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