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Balcão
17/08/2011 10h18

Elementos de fixação respondem por 80% do faturamento da Giropar

 

Empresa de Joinville comemora cinco anos, conquista sede própria e pretende aumentar faturamento em 30%

 

Desde os seus 11 anos, Márcio Flores, o proprietário da Giropar, localizada na zona sul de Joinville, já trabalhava no comércio, o que permitiu adquirir vasta experiência para comandar hoje a sua empresa com 10 funcionários.

“Iniciei como office boy e fui aprendendo tudo o que me ensinavam, separação de pedidos, atendimento ao cliente, compra e venda de produtos, e identifiquei o meu perfil para fazer novos negócios. Meu crescimento começou a ficar limitado e desanimei. Foi então que, em 2006, surgiu a oportunidade de comprar uma pequena loja com um estoque modesto. Resolvi arriscar”, relembra.No início, Flores contou com o apoio de sua esposa como sócia e suporte para buscar materiais, fazer entregas, até surgir a necessidade de contratar o primeiro funcionário.

Os cursos que fez ao longo de sua trajetória o ajudaram a se tornar mais técnico, além de aprimorar sua capacidade de venda. “A soma dessas experiências e a ideia de ter meu próprio negócio foi amadurecendo naturalmente. Não tinha muito dinheiro para o empreendimento, mas encarei o desafio e fazia de tudo, vendia, entregava pedido, comprava produto, administrava a empresa, entre outras atividades”.

A escolha por trabalhar com parafusos, porcas, arruelas, rebites, pinos e grampos se deu por causa de seu conhecimento, e esses itens passaram a representar 80% do faturamento da loja. Hoje, com cinco anos de mercado, a Giropar já compete com empresas da região, tendo em estoque mais de 20 mil itens de marcas como Ciser, Belenus, Tramontina, Teck-Bond, Âncora e Norton. Nos 700 m² da loja circulam cerca de 80 pessoas diariamente. Todo esse sucesso permitiu a aquisição de uma sede própria em 2010, mais ampla e confortável.

O bem-estar dos colaboradores também é uma das preocupações de Flores, que contam com um espaço agradável. para realizarem suas refeições e também uma sala de jogos.

Atualmente, o empenho do empresário é continuar conquistando a confiança dos fornecedores e a credibilidade que possui no Brasil inteiro. “Atendemos o ramo de metal-mecânico, mas temos clientes importantes de outros segmentos, como a Sadia e indústrias têxteis”.

E, de acordo com ele, sua maior dificuldade é encontrar mão de obra qualificada, pois é um ramo muito técnico e faltam profissionais habilitados e, principalmente, comprometidos. “Pretendemos aumentar nosso faturamento em 30% e, consequentemente, abriremos vagas, fator que nos preocupa”, finaliza Flores.
 

 

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