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Editorial
16/08/2011 11h30

 Editorial

 

  Sindicatos

Sinergia, derivado de cooperação em grego, é um termo muito comum nos assuntos relacionados ao mundo corporativo. Juntando a sílaba “sin” (juntamente, em grego) com “dico” (dedicar em latim) formamos a palavra síndico que, de uma forma simplificada, é o indivíduo escolhido para zelar pelos interesses de uma associação ou de uma classe. Assim, chegamos ao termo sindicato.

Surgidos na Idade Média, os sindicatos tornaram-se mais ativos a partir do século XVIII, sobretudo durante a Revolução Industrial, onde operários (empregados ou não) das indústrias têxteis se organizavam na defesa das suas necessidades, com ações como a paralisação da produção.

Luiz Inácio da Silva, o Lula, ainda sindicalista, era conhecido, de forma pejorativa, como um agitador. Mas, o tempo mostrou que esta postura é essencial para sociedades que buscam o desenvolvimento, organizando-se, criando sinergia a fim de encontrar soluções para suas necessidades e desejos, como muito tem comentado em sua coluna, o professor Hans Müller.

Ou seja, organizar-se e agir de forma cooperada é fruto de sociedades e povos desenvolvidos, ou pelo menos que querem ser. Note que a palavra operário deriva de cooperar.

O sindicalismo, além de atividade exercida por operários, também se faz presente no dia a dia de empresários, unindo concorrentes. No caso dos operários, isso não é muito diferente, já que num processo de contratação ele concorre com seus “colegas”. Sendo assim, a escassez ou ausência de organizações como essas é refl exo de puro atraso. É como remar um bote com um ou mais remadores, cada um fazendo o que bem entende.

No setor em que atuamos tivemos um sindicato do comércio de fixadores que, infelizmente, não existe mais, assim como o Instituto Tecnológico de Fixação (ITF), também extinto, embora este não se trate de um sindicato, mas envolvia processos sinérgicos de compartilhamento e desenvolvimento tecnológico. Um dia ele voltará.

Por sua vez, o ativo Sinpa, sindicato das indústrias do Estado de São Paulo, que produzem componentes destinados à fixação, além de ser a entidade nacional que defende a categoria, teve recentemente empossada sua nova diretoria. O fato mostra a sua vitalidade, algo que poderá ser mais detalhado na entrevista de José Gianesi Sobrinho, presidente da entidade até 2014, ambos temas desta edição.

Boa leitura!
Sérgio Milatias
milatias@revistadoparafuso.com.br

 

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