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Ensino: Formação Profissional
30/04/2007 10h35

Faculadade de Engenharia Industrial tem disciplina específica para análise desenvolvimento de fixadores, no curso de Engenharia Mecânica

“O principal diferencial dos nossos alunos é a capacidade para resolver problemas, seja qual for sua origem”, afirma o professor Alberto Vieira Júnior, da disciplina de Elementos de Máquinas e Projetos Mecânicos da FEI (Faculdade de Engenharia Industrial). Para atingir este objetivo, a entidade tem a constante preocupação de manter atualizadas as aplicações industriais e os conceitos da engenharia mecânica, com um corpo docente altamentequalificado e com larga experiência no segmento.

Como parte do Centro Universitário da FEI, a faculdade oferece formação em engenharia para diversas áreas industriais, sendo um dos destaques a mecânica. Este curso divide-se em três especializações: engenharia mecânica (mais aprofundada), automobilística e engenharia plena (abrange todos os campos da mecânica). Em todos estes segmentos, há uma disciplina denominada Elementos de Máquinas, onde um dos assuntos abordados é o parafuso.
“Procuramos mostrar ao aluno que, apesar de muito conhecido, o parafuso é um item bastante complexo e de extrema importância. Recentemente, li em um artigo que o Boeing 747, por exemplo, tem 2,5 milhões de fixadores”, explica o prof. Alberto. “Basicamente, o parafuso serve para multiplicar forças e o seu funcionamento depende das tensões aplicadas sobre ele. Também devemos levar em consideração desde o material utilizado e a forma de produção até a ferramenta adotada para fixá-lo. Tudo deve ser analisado.”
Com duração de dois semestres, esta matéria visa o estudo dos componentes, de acordo com suas dimensões. “São avaliados, entre outros aspectos, as funções, os tipos de aperto, as ferramentas e os tratamentos recebidos. Dependendo da utilização e da forma de fixação, o parafuso pode sofrer fadiga e, como conseqüência, há possibilidade de danificar a peça onde está inserido.”
O aluno de engenharia mecânica é preparado para atuar tanto na indústria de parafusos quanto em outras áreas — automobilística, construção civil, eletroeletrônicos, maquinário e aviação, por exemplo —, no desenvolvimento e análise de fixadores. Durante o curso, os estudantes também passam pelo laboratório de resistência, coordenado pelo professor Sérgio Delijaikov. Dentro da disciplina Materiais, são analisadas força e deformação, além de tratamentos térmicos e superficiais de fixadores.
Qualidade
O Departamento de Engenharia Mecânica do Centro Universitário da FEI tem a preocupação de manter-se na vanguarda das aplicações industriais e nos conceitos da engenharia mecânica, com um corpo docente altamente qualificado. Ao cursar Engenharia Mecânica, o aluno se forma Engenheiro Mecânico com ênfase em Projeto de Máquinas e Equipamentos. As aulas são ministradas das 7h20 às 19h e a cada semestre o horário de permanência na faculdade é alterado: nos ímpares, predomina o período da manhã e, nos semestres pares, o período da tarde.
O curso de Engenharia Mecânica – Ênfase Automobilística forma Engenheiro Mecânico com ênfase em Projeto de Veículos Automotivos (especialização no último ano). Se o estudante optar pelo período diurno, o curso tem duração de cinco anos, com aulas das 7h20 às 19h. A cada semestre o horário é alterado: nos semestres ímpares, predomina o período da manhã e, nos semestres pares, o período da tarde. Para o noturno, o curso tem duração de seis anos e as aulas são ministradas das 19h10 às 22h40. Além da parte teórica, o departamento de mecânica dispõe de diversos laboratórios para auxílio na compreensão dos conceitos transmitidos aos alunos.
 
História
Mantido pela Fundação Educacional Inaciana “Padre Sabóia de Medeiros”, o Centro Universitário da FEI agrega as seguintes instituições: Faculdade de Engenharia Industrial (FEI), Escola Superior de Administração de Negócios (ESAN) e Faculdade de Informática (FCI). Atualmente, com campi em São Bernardo do Campo e em São Paulo (SP), o Centro Universitário oferece cursos de graduação; especialização, aperfeiçoamento e extensão; e pós-graduação stricto sensu (mestrado). Fundada em 1946, em São Paulo, pelo Padre Roberto Sabóia de Medeiros, a FEI foi transferida para São Bernardo do Campo, no início dos anos 60. Naquela época, o município se tornava um dos mais importantes pólos industriais da América Latina.

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