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Editorial
30/12/2009 09h40

No mundo industrial nada se faz sem a matéria-prima, algo em que (no Brasil) somos muito bons. Portanto, não deixa de ser vantajosa esta independência – algo prestes a nos acontecer até no petróleo –, mas ela não pode ser tão restrita, ou seja, sermos o país campeão apenas no fornecimento de minério de ferro, aço, produtos agropecuários etc. O processo de modernização, algo que já vem ocorrendo, é nítido, bastando olhar nas ruas, carros, telefones móveis e notebooks com wireless etc. A pergunta que se faz é se estamos no ritmo adequado, pois, tudo que fazemos deve ser comparado, do contrário é como correr sozinho, sem a utilização de um cronômetro, por exemplo, onde a pessoa fica sem referência. É muito comum constatar, quando este tipo de comparação ocorre, que sempre estamos atrás deste ou daquele País. Se tiver dúvidas, compare!

Autor da famosa sigla Bric – Brasil, Rússia, Índia e China – o inglês Jim O´Neill, economista do banco Goldman Sachs, alertou recentemente, durante entrevista no jornal Folha de S. Paulo, sobre os riscos de não se manter bem-sucedido sendo   apenas um exportador de produtos primários. Embora em 2009 as coisas tenham sido diferentes, vale observar que todos os governos têm “dificuldade” em lidar com reduções tributárias, onde abrir mão de arrecadar 10% reduzindo para 5%, por exemplo, parece uma mera subtração, em números absolutos. No caso dos computadores pessoais – predominantemente contrabandeado no passado recente – o Governo Federal há poucos anos reduziu o percentual da cobrança tributária. Isso enfraqueceu a informalidade, fortaleceu os grandes magazines de eletro-eletrônicos que venderam, e estão vendendo, uma infinidade de aparelhos novos, dentro da total legalidade.

Não é de se duvidar que num caso como este o percentual, embora menor, possa ter gerado uma arrecadação, em números absolutos, muito maiores que o anterior à desoneração, sem considerar que mesmo que os números não tenham fechado nessas condições, a ação beneficiou muitas pessoas, escolas e empresas (inclusive micro-empresas, as maiores empregadoras brasileiras). Pontos para o próprio Governo Federal, num ato de gestão eficaz, algo que precisa se estender para as indústrias, ou seja, elas receberem uma menor carga tributária em ações de investimentos, especialmente em compras de máquinas e outros itens necessários para alcançar ou manter níveis de excelência.

Boa leitura!
Sérgio Milatias
milatias@revistadoparafuso.com.br

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