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Acontece: Nova diretoria do Sinpa, 2007/2010
30/06/2007 01h16

Eleitos tomam seus lugares na entidadecom presença maciça de representantes do setor e autoridades

A posse da diretoria do Sindicato da Indústria de Parafusos, Porcas, Rebites e Similares (Sinpa), para o triênio 2007/2010, ocorreu em 17 de maio, na Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp). Compareceram os presidentes da Fiesp, Paulo Skaf, e Cláudio Vaz, do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Ciesp), diretores e representantes de sindicatos e diretores das empresas associadas ao Sinpa. Em seu discurso, o presidente José Gianesi Sobrinho falou do presente e do futuro do mercado nacional, da meta de resgate da competitividade externa e da atuação do Sinpa junto aos fornecedores para sensibilizá-los que a importação de parafusos representa perda de mercado interno e nega a vocação industrial e de empregador das fabricantes.
O dirigente disse que o baixo consumo aparente no Brasil, de US$ 950 milhões, se comparado aos Estados Unidos, de US$ 9,7 bilhões, a dificuldade de acesso a capital e o fato dele ser um dos mais caros do mundo são alguns dos entraves. Ele citou também o alto preço do aço no País, superior ao da China e dos países desenvolvidos, e a agressão que as importações da China representam às indústrias locais, no que se refere aos produtos destinados ao mercado comercial. E ainda a pressão que montadoras de automóveis exercem forçando o setor a praticar preços similares aos de seus países de origem, mesmo tendo escala menor e custo de insumos maiores, o que acarreta a diminuição de margens de lucro.
Gianesi também lembrou de dados positivos: que o Sinpa reúne 60 empresas, que produzem US$ 750 milhões por ano, geram 8 mil empregos diretos e consomem 250 mil toneladas de aço longo/ano. Ressaltou o apoio da Fiesp e da Ciesp para resgatar condições mínimas de concorrência externa e os esforços das duas entidades junto ao Governo Federal para alcançar reformas. E mencionou a conquista do Departamento de Defesa Comercial da Fiesp, que obteve no Departamento de Operações de Comércio Exterior (Decex) uma proteção provisória que exige dos importadores da China licença prévia de importação e preço mínimo de US$ 1,65/kg. E ainda manifestou confiança num trabalho em conjunto entre Sinpa, Fiesp e Ciesp na busca de reformas urgentes que viabilizem a competitividade internacional.

 

 

 

 

 

 

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