Empresa Edições on-line Fale Conosco
Edição 13
Busca::..
Edição 82
Edição 81
Edição 80
Edição 79
Edição 78
Edição 77
Edição 76
Edição 75
Edição 74
Edição 73
Edição 72
Edição 71
Edição 70
Edição 69
Edição 68
Edição 67
Edição 66
Edição 65
Edição 64
Edição 63
Edição 62
Edição 61
Edição 60
Edição 59
Edição 58
Edição 57
Edição 56
Edição 55
Edição 54
Edição 53
Edição 52
Edição 51
Edição 50
Edição 49
Edição 48
Edição 47
Edição 46
Edição 45
Edição 44
Edição 43
Edição 42
Edição 41
Edição 40
Edição 39
Edição 38
Edição 37
Edição 36
Edição 35
Edição 34
Edição 33
Edição 32
Edição 31
Edição 30
Edição 29
Edição 28
Edição 27
Edição 26
Edição 25
Edição 24
Edição 23
Ediçao 22
Edição 21
Edição 20
Edição 19
Edição 18
Edição 17
Edição 16
Edição 15
Edição 14
Edição 13
Edição 12
Edição 11
Edição 10
Edição 09
Edição 08
Edição 07
Edição 06
Edição 05
Edição 04
Edição 03
Edição 02
Edição 01
empresa
contato
Fundamentos do Marketing
30/12/2008 10h20

E agora José?

“A festa acabou, a luz apagou, o povo sumiu...”.
Assim começa o poema de Carlos Drummond de Andrade. Em meio a uma crise financeira sem precedentes, pode parecer assustador para uns e inspirador para outros. É tempo de entender e identificar mudanças nas variáveis do ambiente de marketing que afetam seu negócio. Composto pelo microambiente e macroambiente, o ambiente de marketing representa atores e forças externas de influência na saúde da empresa. Vamos direto à variável das forças econômicas que afetaram o macroambiente indiscriminada e globalmente.É consenso geral que, em razão da crise financeira, a tendência do ambiente econômico é de redução da demanda em praticamente todos os segmentos de mercado. Para alguns setores esta redução é um tanto aterrorizante e devemos esperar por inevitáveis falências de empresas que há tempos cambaleavam.

Entretanto, estou certo de que a maioria dos empresários brasileiros tem muitos motivos para acreditar no ditado que diz: “Depois da tempestade vem a bonança”. Convém lembrar que o cerne da crise está na economia financeira virtual, especulativa e no “fantasma” do mercado norte americano, uma economia há anos lastreada em derivativos, supervalorização de ações, créditos duvidosos, imóveis hipotecados e consumidores que pagam cartões de crédito com cartões de crédito numa espiral sem fim.

No Brasil, meio que por acaso, estamos na contramão que acabou sendo a mão certa. O Estado dispõe de recursos como nunca na história. O Governo Federal não poupará verbas de investimento nem medidas de proteção e incentivos ao emprego; seja por convicções econômicas ou por convicções políticas típicas de fim de mandato. Sob o ponto de vista do marketing, a redução da demanda pode ser entendida como uma oportunidade para empresas bem preparadas atenderem mercados mais exigentes e competitivos (exceção feita aos monopólios).

Estou convencido de que empresas bem posicionadas e com estratégias bem definidas terminaram o ano com um aumento significativo na participação de mercado, compensando assim, eventuais perdas oriundas da redução de demanda. Transformar crise em oportunidade é a máxima da milenar sabedoria chinesa e, por certo, nunca foi tão apropriada como nos dias de hoje, para orientar e iluminar a criatividade do empresariado brasileiro.
 
Agora é com você, José!
 
Hans Müller é sócio-diretor da White Oak Marketing
hans@whiteoak.com.br
COMPARTILHE
CONTEÚDO DA EDIÇÃO

TAGS:
revistadoparafuso@revistadoparafuso.com