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Editorial
12/02/2019 05h46

Editorial 

 

Er hat nicht alle Tassen im Schrank

 

Em alemão, o título diz: “ele não tem todas as xícaras no armário”, que também significa “alguém que tem um parafuso a menos”, ou seja, um maluco. Aprendemos isso na feira Wire Düsseldorf 2018, Alemanha, com uma brasileira que lá reside e é casada com um nativo.

Soa engraçado, mas muitos que lidam com parafusos dizem que isso é para “malucos” (apaixonados), ao ponto de termos estampada na capa desta edição uma pintura alusiva a fixadores, feita por Vergínia, da família Gazzoni que dirige a Gazzopar Parafusos, revenda sediada em Caxias do Sul, RS. Mas isso não é novo por aqui, pois, já tivemos outras pinturas que ilustraram nossas capas, todas feitas pelo artista plástico Cláudio Tozzi (www.claudiotozzi.com.br), que dedica muito de suas obras à fixação.

Bom, o ano começou e o recente e recessivo ciclo do “parafuso a menos” parece que se foi, mas deixou trincas, inclusive comportamentais, como milhões de pessoas convictas que apenas boa intenção resolve tudo. Porém, é vital aceitarmos que da mesma forma que não existem pessoas totalmente perfeitas, não existem pessoas totalmente imperfeitas.

Por exemplo, desconsiderando a corrupção, administradores públicos e privados erram e acertam. Simples assim. Especialmente na administração pública se fazem análises polarizadas, ou seja, nosso último presidente, prefeito etc., foi deus ou foi o demônio.

As avaliações seriam mais razoáveis se fossem tal como as notas escolares. Exemplo: na escala de 1 a 10, em matemática (economia) o aluno X teve média 6,5; em português (educação) teve 9; em estudos sociais (segurança), 2. Mas, ao contrário da política, o mau aluno obrigatoriamente fica mais um ano se a avaliação for ruim.

Concluindo, se não estudarmos e nos prepararmos bem para tudo, antes de provas, eleições, negócios, casamentos, não vai adiantar depois acusar o diabo. Isso sim é coisa de maluco.

 
Boa leitura! 
Sérgio Milatias
 

 

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