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Fundamentos de marketing
30/10/2009 02h58

A era do petróleo acabará antes de sua escassez

Em meu último artigo, focado em planejamento, dei ênfase à questão do Pré-Sal. Sem sombra de dúvidas este segmento despertará uma fronteira de mercado repleta de oportunidades. Devemos, entretanto, entender o Pré- Sal como um segmento inserido no mercado de energia. Diz o ditado: “Devagar com o andor porque o santo é de barro”. Recentemente, o * Professor Doutor Demétrio Magnoli proferiu uma palestra, no 52º CEPE – Ciclo de Estudos em Política e Estratégia da ADESG – Associação dos Estagiários da Escola Superior de Guerra, abordando o tema “Crise do Oriente Médio”. Uma frase proferida me fez repensar o artigo escrito: “A era da pedra não acabou com o fim das pedras; a era dos metais não acabou com o fim dos metais e, a era do petróleo acabará antes de sua escassez”.

Sendo assim, devemos dar atenção às outras tecnologias da matriz energética brasileira. Todas elas, sem exceção, representam oportunidades de mercado para elementos de fixação. Obviamente as novas tecnologias exigem novas soluções, desafio e competitividade. Perdoem-me o pleonasmo; “Quem chega à frente é líder!”. O uso intensivo de energia garante os níveis de produção mundial, sendo o petróleo, ainda nos dias de hoje, a principal fonte energética e, o principal agente nocivo ao meio ambiente.

Os últimos três séculos foram marcados pelo ciclo do carvão e do petróleo. Hoje podemos vislumbrar o ciclo da biomassa. Ocorrerá no próximo mês de dezembro, na capital dinamarquesa, Copenhague, a Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP15). Certamente este encontro proporcionará forte impulso ao desenvolvimento do mercado mundial de biocombustíveis.

Pelo lado da emoção, do sentimento patriótico, quero viver para assistir o desenvolvimento econômico que o Pré-Sal proporcionará ao Brasil. Pelo lado da razão, do sentimento capitalista, entendo que o desenvolvimento de energia alternativa está muito mais próximo da realidade. Ambos, entretanto, ao longo do processo, proporcionarão demanda perene para elementos de fixação.

*Doutor em Geografia Humana e integrante do Grupo de Análises de
Conjuntura Internacional (FFLCH-USP)
 
Hans Müller é sócio-diretor da White Oak Marketing
hans@whiteoak.com.br
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