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30/04/2009 04h35

 Respirando o futuro

O EBRATS é mais do que uma feira onde há muitas novidades e tecnologias do segmento de tratamento de superfície. Durante o evento, os profissionais do setor discutem e fazem projeções para o futuro  

A 13ª edição do EBRATS – Encontro e Exposição Brasileira de Tratamentos de Superfície – aconteceu entre os dias 7 e 9 de maio, e comemorou 30 anos de realização no Transamérica Expo Center, localizado em Santo Amaro, SP. Realizado pela ABTS – Associação Brasileira de Tratamento de Superfície –, o evento reuniu 86 expositores incluindo indústrias nacionais, da Argentina, EUA, Alemanha e Itália. Em um espaço de 12.000 m2, os profissionais da área tiveram a chance de trocar informações, fazer novos contatos e ter ideias que os permitam alçar vôos maiores, afinal, a EBRATS é uma grande oportunidade para a criação de alternativas para as empresas se manterem ativas no mercado e buscar caminhos para novos negócios.

Cursos técnicos de tratamento de superfície fizeram parte da programação, entretanto, tiveram início no dia 5 de maio. Foram divididos em dois módulos: “Protetivo e Funcional” e “Decorativo e Metais Preciosos”. Além disso, houve palestras com “experts” do setor, que trouxeram muitas novidades sobre tecnologia, abordando temas como preocupação ambiente, soluções para corrosão e desgaste, nanotecnologia para aço carbono AISI 1020 como alternativa ao fosfato de zinco, e muito mais.

Prosdac
“É muito importante para a Prosdac estar presente no EBRATS para divulgar seu nome. Somos reconhecidos no mercado, e por isso não poderíamos deixar de comparecer” justificou o diretor João Ricardo Pícoli. Em 2006, em virtude das exigências do mercado, a Prosdac se licenciou para aplicar os produtos da Dörken do Brasil. Também naquele ano, adquiriu uma nova linha de aplicação de organometálicos (uma das mais modernas do Brasil), agregando um grande diferencial de mercado: a centrífuga com tombamento a 90º, especialmente desenvolvida para peças com fendas e furos, ou seja tudo que têm cavidades como parafusos fendados, porcas e peças especiais. Os elementos de fixação correspondem cerca de 90% dos negócios da empresa, que também aplica organometálicos sob as licenças da Metal Coatings e Magni América do Sul.

“A empresa tem uma linha específica para fixadores, e ao longo do tempo tem se aperfeiçoado nesta área. Hoje, trabalhamos para a maioria dos parafuseiros do mercado nacional, a exemplo da Ingepal, Ciser, Lipos, Fibam, Metaltork, entre outros”, comentou Pícoli. A marca possui três certificações: ISO 9001: 2000, ISSO 14001 : 2004 – meio ambiente – e a OSHAS 18001 : 2007 – gestão de saúde e segurança ocupacional.


Nickeltec
Há 20 anos, a Nickeltec trabalha com todos os tipos de tratamentos de superfície existentes no mercado. A coordenadora de qualidade, Katy Azalin Maretti (primeira à esquerda na fotografia), comentou que a empresa tem investido forte em tratamentos com organometálicos e que possui uma linha dip spin, com capacidade para 900 quilos por hora. A indústria tem 95% de sua linha automatizada e em 2010 receberá a certifi cação ISO 14000. Outro destaque é que a Nickeltec, em parceria com a Exaust – fabricante de máquinas galvânicas – faz serviços de terceirização dentro da planta do cliente.





Galrei
Situada em Diadema, SP, a empresa comemora 25 anos de atividade, sendo que há 15 tem foco na indústria de autopeças, fornecendo serviços de tratamento de superfícies, com eletrodeposição de zinco, fosfatização e peças de pequeno e médio porte. Segundo o diretor José Adolfo Gazabin Simões, a Galrei atingiu um crescimento de 10% no primeiro quadrimestre do ano. Também houve investimentos na aquisição de equipamento de eletrodeposição de zinco – revestimentos em peças metálicas com zinco, que tem o objetivo decorativo ou de proteção à corrosão. 

“No mês de maio, inauguramos um equipamento de pintura organometálica, a base de zinco, que tem a finalidade de tratamento anticorrosivo de alta performance. Uma demanda muito grande deste serviço está mercado parafuseiro”, explicou Simões, que completou. “Tem grande poder anticorrosivo, controle de coeficiente de atrito e opções de acabamentos coloridos”. Atualmente, ela processa cerca de 600 toneladas por mês, e 30% desse número são para elementos de fixação, principalmente para parafusos de grande porte.




Metalloys & Chemicals
Desde 1996, a Metalloys & Chemical – MC Group – atua na comercialização de uma vasta linha de produtos químicos e metais para o segmento de galvanoplastia. É distribuidor das marcas Umicore, Eramet, Cyplus, Growel, BASF e Bórax, entre outras. “A empresa não trabalha com processos, apenas vendemos os metais e os químicos”, salientou Richard Mattos, gerente comercial. Dentre os produtos em exposição, destaque para produtos químicos e metais para fosfatização, pré-tratamento e banhos de níquel, cobre, estanho, zinco, latão e cromo.
 




Dörken
A Dörken do Brasil é uma filial da Dörken AG da Alemanha. A empresa começou sua expansão mundial em 2000, através dos produtos para linha de proteção superficial anti-corrosiva. Em 2003, iniciou atividades no Brasil com produtos isentos de metais pesados, como cromo VI, chumbo, cádmio etc. Certificada na ISO 9001: 2000, trabalha para os segmentos automotivos e de energia eólica. “Nossa matriz desenvolve e fabrica. Por aqui, nós vendemos, fazemos a aplicação e o desenvolvimento da aplicação”, disse a gerente de produto, Vivian Megumi Nagura.

A Dörken Brasil trabalha com duas linhas: revestimentos de lamelas de zinco e alumínio e selantes para linha galvânica. Para o EBRATS, a empresa levou como destaque um selante com maior resistência a químicos e abrasão, e outro produto resistente a corrosão branca, e consequentemente, a corrosão vermelha. O forte da marca são os elementos de fixação, com destaque para os produtos de energia eólica. “Além da proteção a corrosão é preciso manter o coeficiente de atrito dos elementos de fixação. Para isso temos linhas específicas para clientes específicos. Cada linha trabalha com um coeficiente de atrito determinado, torque de força tensora etc”.

 


SurTec do Brasil
Subsidiária da SurTec International, com sede em Zwingenberg, Alemanha, a SurTec do Brasil iniciou suas atividades em 1999, e tem como principal objetivo fabricar, desenvolver e comercializar produtos químicos para a indústria de tratamentos de superfícies (galvanoplastia e fosfatização). De acordo com o gerente de negócios – MPT, Roberto Motta de Sillos, a marca já é reconhecida em todo o mercado de tratamentos de superfície. “Durante as feiras que participamos, as pessoas nos visitam não só pela qualidade de nossas tecnologias, mas principalmente, pelo material humano que temos no grupo”, argumentou Sillos, enfatizando que a participação da empresa no EBRATS é fundamental. “Registramos presença e fixamos a nossa imagem corporativa. Recebemos clientes ativos e não ativos com grandes perspectivas de realização de novos negócios”, encerrou.

 

Anion MacDermid
A Anion MacDermid foi fundada em 1990 para atender o segmento de tratamento de superfície nos setores decorativos e técnico. Em 1992, iniciou a representação dos produtos Canning, da Inglaterra. Em 1998, a Canning foi adquirida pelo grupo MacDermid dos EUA, que em 2001 incorporou a Anion ao grupo. Em 2008, além de produzir localmente todas as linhas de produtos da MacDermid, iniciou também a produção off shore no Brasil. A empresa lançou no EBRATS processo de zincoliga, níquel químico teflon, metalização em plásticos, desengraxantes ecológicos, processos de alta tecnlogia para formação de circuitos impressos. “Estamos mais focados em processos ecológicos, que não agridem o meio ambiente, que é a tendência do mercado. Ou seja, com ausência de cromo e alta resistência a corrosão e abrasão”, declarou Airi Zanini, diretor geral da Anion MacDermid e coordenador do EBRATS 2009.
 

 
Itamarati Metal Química
A Itamarati Metal Química oferece 11 linhas de produtos para revestimento ou tratamento de superfícies: níquel, cromo, cobre, zinco, passivadores e cromatizantes, processos especiais e ativadores, removedores e decapantes, desengraxantes, estanho e latão, fosfato, ABS. O diretor comercial da empresa e também presidente da ABTS, Douglas Fortunato de Souza, comentou que as novidades do estande ficaram por conta dos processos de níquel brilhante, alto nivelamento, depósito claro, alta resistência à contaminação de ferro; cromo duro isento de fluoreto, alto controle de microfissuras e dureza; desengraxante líquido alcalino isento de silicato para estearatos e grafite, alto poder de limpeza; cromatizantes trivalentes isentos de cromo; anilina amarelo e azul.





Tecnorevest
A Tecnorevest, especialista no ramo de tratamento de superfícies e expôs no evento diversos processos, como por exemplo, passivadores amarelos e azuis totalmente isentos de cromo, linha de pré-tratamento (desengraxante e desoxidantes) com conceito totalmente revolucionário para atender a todos os problemas de preparação das peças para tratamento superficial, inclusive remoção de carepas e carbono superficial.

O gerente de marketing, Sergio Pereira Jr., contou que para a área de parafusos, especificamente, a Tecnorevest possui um processo que diminui a hidrogenização, facilitando também o controle de atrito para mais ou menos. “Ou seja, existem peças que necessitam de um torque mais refinado, e para que isso aconteça estamos utilizando selantes e passivadores isentos de cromo hexa, pois a tendência é a eliminação deste componente em todo o mundo. E por conta disso, trouxemos várias tecnologias que estão ajudando muito o mercado”, explicou. Cerca de 15% da produção da Tecnorevest é voltada para elementos de fixação. “Por este motivo, a empresa trouxe um equipamento que terá um controle e qualidade muito superior ao que se tem hoje, trata-se do Selante Tektor e o Passivador Cromo Free”, contou Pereira.
 


Coventya
A Coventya é uma das empresas que está atenta as questões de preservação ambiental. Segundo o gerente de marketing da Coventya, Raul Arcon Grobel, a marca possui uma visão 360 graus. “Com o objetivo de evitar agressões ao meio ambiente, atuamos em todas as gamas de produtos, desde o início do pré-tratamento até o descarte da água”, salientou Grobel. Lançada recentemente, a linha chamada de WaterCare, atende as estações de tratamento de água, simplificando o dia-a-dia de uma empresa, fazendo com o que o efluente seja tratado de forma a respeitar as exigências ambientais.

“Nessa área de WaterCare focamos especificamente o nosso mercado de eletrodeposição e tratamento superficial”, garantiu. Na parte de tratamentos de proteção, a Coventya expôs o cromatizante trivalente preto para zinco puro, principalmente para banhos rotativos, que substituirá algumas aplicações em liga, sobretudo ZnFe. Já na área decorativa, um diferencial é cromo trivalente e o cromo trivalente fume. Também presente no estande foi o Tecnorecupero – equipamento para recuperação de Níquel, que recupera o metal das águas de lavagem após o procedimento. “Com ele, não é necessário comprar sais para repor no banho”, destacou Grobel. E para encerrar, o sistema de Troca Iônica, que garante o alto grau de qualidade e purificação das águas, permite o reciclo e reuso, gera menos consumo de água na galvânica e menos lodo nas estações de tratamentos, com menor consumo de matérias primas para tal finalidade.
 


Metal Coat
O diretor da Metal Coat, Cásssio José Pinto, informou que a empresa debutou no EBRATS. E nesta primeira participação destacou os dez anos de vida da marca e a nova sede em Indaiatuba, SP. “Além da capital, conquistamos a confiança das empresas do interior de São Paulo, além do que, a cidade nos oferece uma excelente logística”, justificou. A Metal Coat levou ao EBRATS uma série de produtos novos, como o cromo trivalente, cobre alcalino sem cianeto e cromatizantes trivalentes de alta resistência (todos atendendo as normas mundiais e automobilística). “Quando falamos em elementos de fixação, nos referimos muito ao zinco, e como cerca de 25% da nossa produção segue para esse setor, temos a linha completa para zinco, cromatizante e selantes especiais para alta resistência”, declarou Cássio, comentando sobre a parceria com a empresa Columbia Chemical, dos EUA, onde busca tecnologia, desde o começo de suas atividades. Cássio reforçou que o mercado de fixação pede produtos ecológicos, desde os cromados (de tecnologia alta), até o zinco. “Exige-se produtos de alta geração, rendimento e custo baixo. E estamos felizes por ter a Columbia como parceira, que detém uma ótima tecnologia, muito bem aceita pelo nosso mercado”, encerrou.
 


Zincagem Martins
Fundada em 1979, a Zincagem Martins opera no ramo de tratamento superficial, sendo algumas das aplicações: zinco ácido/alcalino, zinco-ferro, zinco-níquel. Todos os processos com aplicação de passivadores trivalentes, zinco mecânico: fosfato (zinco, manganês e quase amorfo), deltatone e alguns processos combinados. A diretora Adriana Martins mostrou os lançamentos realizados no EBRATS. “São novas tecnologias: zinconíquel ácido mais passivação trivalente; zinco-estanho mais passivação trivalente”, contou. Adriana revelou que 96% da produção da empresa é destinada ao segmento de elementos de fixação, sendo a maioria para as montadoras de veículos. Ela comentou sobre a nova planta com estação de tratamento de efluentes para instalação de uma máquina nova para deposição de zinco alcalino sem cianeto 100% automática (carga e descarga, passivação e aplicação de selante) com capacidade de 2.500 kg/h. E também uma nova estufa contínua 100% automática para desidrogenação com capacidade de 1.500 kg/h.
 


Labrits Química
A empresa atende todo o ramo da galvanoplastia e tratamento de superfície, trabalhando também com óleos especiais, óleos anticorrosivos, óleos para conformação a frio e toda uma gama de óleo para estamparia e trefila. Segundo o diretor da marca, Santiago Carollo Sarabia, a Labrits tem parceria com dois grupos europeus. “Scholötter, na Alemanha, Sidasa, na Espanha. Logo, nós sempre estamos abastecidos com o que há de melhor no mercado, pois essas duas empresas desenvolvem constantemente novas metodologias”.A marca possui uma linha inteira destinada aos elementos de fixação com decapantes, desingraxantes, zinco, passivadores, selantes e óleos especiais para os parafusos. “A área de fixação tem consumido uma quantidade considerável de nossa produção, só da área de zinco, eu diria que 15%”, falou Sarabia. A Labrits levou ao EBRATS processos em zinco-estanho, zinco-níquel ácido, estanho ácido e estanho fosco, decorativo e técnico.



Galvanoplastia União
A Galvanoplastia União possui 21 anos e, em sua primeira participação  no EBRATS, o diretor da empresa, Luiz Gonzaga, demonstrou empolgação. “Tenho certeza de que vamos expandir nosso nome e adquirir uma melhor visualização no mercado”, enfatizou. A União recentemente adquiriu um equipamento de raio X para medição de camada e controle de ligas. Com 30% de sua produção destinada aos fixadores, fazem parte dos processos de tratamento da empresa: a decapagem de superfícies metálicas, oleamento, fosfatização, zincagem (sendo: alcalina sem cianeto, rotativa automática e banho parado; ácida, zinco/ferro e zinco/ níquel), desidrogenização e processo de cromatização (passivação) e top coat’s (sendo: azul trivalente, amarela trivalente e hexavalente, branca - alta concentração, preta e verde oliva) e processo de alodine.


Magni América do Sul
A Magni América do Sul é uma subsidiária do Grupo Magni dos Estados Unidos. Atua em desenvolvimento, pesquisa, produção, marketing e aplicação de revestimentos especiais e de sistemas de revestimentos para uma grande variedade de produtos metálicos. A Magni atende o mercado automobilístico, construção civil e militar, sendo 60% de sua produção destinada ao tratamento de fixadores. Desde que a empresa se efetivou no Brasil, há 15 anos, participou de todos os EBRATS, pois segundo o diretor geral, Francisco Benite, é importante aproveitar esta oportunidade para fixar a marca. “É momento onde todos os envolvidos na cadeia de tratamento superficial se reúnem. E nos mostramos disponíveis para a indústria que procura uma solução para seus produtos”, analisou Benite. Ele defende que a evolução da marca é obtida ano após ano, e com isso, agora trabalha com tratamento com menor revestimento e maior durabilidade e resistência para os elementos de fixação, tendo como destaque sistemas de revestimentos isentos de cromo.


Realum
Fundada em 1984, a Realum Indústria e Comércio de Metais Puros e Ligas atua exclusivamente com titânio no segmento de tratamento de superfícies e galvanoplastia. Atende o cliente no geral, desde a matéria-prima importada das principais usinas dos EUA à fabricação de todos os produtos. Está situada em uma área de 5.000 m2, e possui certificação ISO 9001: 2000.

Segundo o gerente administrativo, Daniel Sayeg Wolkind, a empresa também produz elementos de fiação, como porcas, parafusos, arruelas etc, destinados ao setor automobilístico (todos fabricados em titânio). “A parcela de fixadores nas atividades da Realum ainda é baixa, em torno de 10%, pois faz pouco tempo que começamos a investir em marketing e ter uma ação mais ativa no mercado”, explicou Wolkind. A empresa participou do EBRATS pela segunda vez. “O retorno é garantido. O evento ajuda a alavancar cerca de 20% de nossos negócios”, encerrou.
 




Bandeirantes Galvanoplastia
A Bandeirantes Galvanoplastia possui processos modernos como passivadores trivalentes, zinco sem cianeto, ligas e banhos para cromação de plásticos. Há também a linha tradicional: desengraxantes, níquel, níquel eletroles, estanho, cobre, latão, abrilhantadores, fosfatos, óleos protetivos, entre outros.Segundo o engenheiro químico, Maurício Penteado, em 2008, a Bandeirantes firmou uma parceria com a Dipsol – empresa japonesa que atua no mercado de zinco-níquel. Desta forma, a marca brasileira trouxe modernos processos, como passivadores trivalente e de estanho-níquel. “Para fixadores trazemos uma tecnologia nova e mais moderna de zinco/níquel, e uma novidade para o mercado que é estanho/zinco. São processos que conferem uma resistência de corrosão muito alta na peça”. Estanho/zinco: processo neutro que permite o depósito de ligas de estanho/zinco designado para produzir camada altamente resistentes à corrosão e dúcteis. Deposita 70% de estanho e 30% de zinco na liga. Zinco/níquel: processo alcalino de eletroposição Zn/ Ni. Tem excelente penetração e nivelamento. O depósito consiste em uma camada uniforme de zinco liga, contendo de 13 a 18% de Ni.



Fosfer
A Fosfer Decapagem e Fosfatização iniciou atividades em 1967, para fazer tratamentos para a indústria de elementos de fixação. “Na época, uma empresa de parafusos precisava de um fornecedor que atendesse as exigências das montadoras naquela época. Então, nasceu a Fosfer”, lembrou o diretor engenheiro Hilário Vassoler. No mês de maio deste ano, foi inaugurada a primeira fase da nova planta da empresa, em Sorocaba, SP, com capacidade para 2 mil toneladas por mês e projetada para atender aos quesitos ambientais (ar, solo e água), com linhas automáticas de última geração (rotativas), sistema de exaustão e lavagem de gases (60.000 m3/h), gerador próprio de 450 kW, ETE com colunas de troca iônica, contenção contra derramamentos e novo sistema ERP. “Os elementos de fixação representam 95% da nossa produção”, afirmou Vassoler, salientando que os processos de ligas de zinco-níquel, o zinco-ferro, revestimentos a base de passivadores trivalentes são os que mais crescem no mercado atual. “No EBRATS renovamos os contatos. Também encontramos com os nossos clientes e fornecedores, e discutimos o que o mercado oferece”.

 

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